domingo, 13 de julho de 2014

TABACO MELADO COM O PAU ENFIADO ATÉ O TALO

Caxias - Ma, 13 de Julho de 2014





































Abriu a porta. Ainda era manhã. Fazia aquele calor insuportável do Rio de Janeiro, completamente oposto ao clima de Curitiba.


Estava de camisola. Olhou-a, analisando-a de cima a baixo. Fechou a porta, enconstou-a contra a parede, ali mesmo, na sala. Sacou para fora o pau duro e pulsante. Levantou a camisola, puxou a calcinha para o lado e enfiou tudo, de uma só vez. Marcela soltou um gemido agudo de dor e ele continuou, aumentando a intensidade das suas estocadas. Ela, imobilizada, o recebia, sentindo um misto de dor, prazer, amor e tristeza. O sangue escorria entre suas pernas. Sentia-se rasgada por aquele mastro firme, grosso, agressivo. Quanto mais ele percebia que a machucava, mais tesão sentia.


Fechou os olhos. Glorinha veio-lhe à mente e com a ex fazia exatamente como Glorinha gostava. Puxava forte seus cabelos, esbofeteava-lhe a cara e quanto mais ela gritava, mais fortes eram as bofetadas. Glorinha nunca gritava. Sempre pedia mais, e mais, e mais. Gostava de sentir-se violentada, gostava de agressividade e era assim que Alberto agia com Marcela, como se estivesse com Glorinha. Ela chorava de dor, urrava de prazer, desespero, amargura. Sabia que o ex-marido pensava na outra, mas não reagia.


As investidas do ex contra ela continuavam e ficavam cada vez mais fortes. Ela já não agüentava mais. Sentia ainda mais dor. Dor física. Dor emocional. Seus olhos vertiam lágrimas amargas cada vez que ele a chamava de Glorinha. Ainda assim, ela aceitava, completamente humilhada. Naquele momento os sentimentos se misturavam. Sentia amor. Sentia ódio. Ódio dele, ódio de Glorinha, ódio de si mesma, da sua fraqueza, do seu amor e mesmo com tanto ódio e toda aquela humilhação, ainda sentia tesão.


Sua boceta havia parado de sangrar. Agora estava encharcada. Parecia, de certa forma, que Marcela gostava daquela situação. Nem ela mesma conseguia entender o por quê, mas estava gostando. O pau de Alberto pulsava dentro dela, fazendo-a gozar algumas vezes. Pedia que ele a batesse, que sugasse forte seus mamilos, que a chamasse de puta, de vadia, de Glorinha.

- Sentiu minha falta, sua vadia?
- Me bate. Na cara
- Quer apanhar como antes? Então toma! E toma! E toma mais!
- Sentiu saudades da sua cadelinha, foi?
- Muita! Muita falta da minha Glorinha. Só minha. Não vou deixar você ser de mais ninguém, entendeu, sua piranha? Você é só minha.
- Sou. Só sua. Sempre fui só sua.

Nesse momento sentiu um aperto no coração, porque, de fato, havia sido somente dele, de mais ninguém.

- Eu te amo, Alberto!
Alberto, então, respondeu com outra bofetada: Toma! É disso que você gosta, que eu sei. É isso que você merece.
- Eu te amo!
- Ama? Agora você me ama? Virou a mulher de costas, colocou-lhe de quatro: Toma!
Enfiou o pau rijo lá atrás, como se a estivesse rasgando toda.
- Filho da puta!
- Doeu? Mas você gosta que eu sei. Toma mais! E toma!

Marcela voltou a chorar de dor.
- Ta doendo, cachorra? Então toma mais. Você gosta de tomar nesse cuzinho apertadinho. Ta reclamando por quê? Hein? Se reclamar vai apanhar.

E continuou a estocar. Enfiava tudo, sem dó, com raiva, com tesão. Estava cego de prazer. A todo momento, ali, acreditava ser Glorinha aquela pobre e humilhada mulher.


- Agora vou te colocar de joelho, aqui na minha frente – e o fez. Colocou Marcela ajoelhada na sua frente e... Toma! Chupa meu pau, sua vadia. Faça o que de melhor você faz. Chupa. Engole. Engasgou? Pois se continuar engasgando, vou enfiar ainda mais fundo.

E chupou, chupou, mas Alberto não estava satisfeito.

- Esqueceu como é que se chupa gostoso um pau? Eu que te ensinei, lembra? Você já foi melhor nisso. Você não paga boquete no seu marido? Pelo visto não. Ele não gosta, né? Tem cara de que fica só no papai e mamãe. Você merece coisa muito melhor. Duvido que ele te coma gostoso como eu. Deve ter um pauzinho mixuruca.

E Marcela chorava enquanto chupava Alberto e ouvia aquelas palavras que lhe soavam doloridas, mas não parou de chupar.

- Fala! Fala se ele te come gostoso como eu. Ah, que pena... é falta de educação falar enquanto se está de boca cheia. Adoro sua educação.


Marcela chupava e olhava fixamente nos olhos cegos de Alberto. Deixava-se usar por ele sem reclamar. Apenas chorava.


- Vem cá que eu vou gozar na sua cara e depois vou chupar sua boceta.
Gozou na cara de Marcela. Glorinha adorava quando ele gozava em sua cara.
- Agora é a sua vez. Deitou a mulher no chão frio, abriu-lhe as perna e caiu de boca. Mas percebeu algo diferente. O gosto. Jamais se esquecera do gosto de Glorinha e aquele não era o dela. Foi então que se deu conta do que estava fazendo e, de súbito, se afastou, transtornado.


Agora era ele que chorava. Não conseguia conter suas lágrimas. Levantou-se. Seguiu em direção ao banheiro. Lavou-se. Recompôs-se. Abandonou Marcela ali, na sala, caída, trêmula, sem sequer olhar na sua cara. Bateu a porta. Foi embora.