segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Ela dizia: “me fode, meu pauzudo gostoso”, “come meu cu com esse pauzão “estou gozando"

Caxias - Ma, 03 de Fevereiro de 2014


Meu nome é Vera, sou morena, bonita, 1.63cm de altura, e peso 57kg. Dizem que sou muito gostosa também, pois tenho um bumbum arrebitado e seios médios, de mamilos rosados e pontiagudos. Coxas grossas e bem torneadas. Sempre ouço muitos gracejos na rua quando estou sozinha, uns eu até gosto, os vulgares eu finjo que não ouço.
Fui convidada para passar o domingo na casa da Neide, minha amiga dos bons momentos na faculdade, onde éramos amigas confidentes. Cúmplices, chegamos a ter uma transa. Já fazia algum tempo que não nos víamos, pois depois que casamos, passamos a morar longe uma da outra. Eu estava louca de tesão por ela. Peguei o carro e fui para sua casa que fica em Alvorada do Sul, cidade a 70 km de Londrina, à beira de uma linda represa. Fui sozinha, pois o maridão tinha um trabalho para fazer no fim de semana. Azar o dele. Lá chegando, ela me recebeu com um beijinho na boca de leve. Demos um abraço saudoso e logo levei minha minhas coisas para o quarto de visitas, que ficava ao lado da Suíte deles. Ficamos um pouco na cozinha ajudando o Claudio, marido dela, a preparar o almoço e depois descemos para a piscina que ficava na parte de baixo da casa. Deitamos para tomar sol e logo o Claudio desceu dizendo que iria no mercadinho comprar umas coisas que faltaram para o almoço.
Assim que ele saiu, a Neide me pediu pra passar bronzeador no corpo dela. Comecei a passar pelas costas e fui deslizando a mão ao longo de todo corpão lindo dela. Parava na sua bunda, que era durinha, carnuda, volumosa e maravilhosa. Enfiava a mão no meio de suas coxas grossas. Que tesão! Nessa altura eu já estava toda molhada, sentindo minha bocetinha se contrair de tesão, foi quando ela virou a cabeça e começamos a nos beijar feito duas cadelas no cio. Quase engoli a sua língua, pois já vinha sonhando com aquele momento há muitos meses. Convidei-a para irmos ao quarto, onde ficaríamos mais confortáveis. Subimos as escadas abraçadas, deitamos na cama e retiramos nossos biquínis. Abri bem as suas pernas e comecei a lamber aquela xoxota lisinha e rosada de lábios inchados e volumosos. Lambi a greta e com as duas mãos abri os lábios carnudos e tomei o grelo avantajado e vermelhinho na boca e passei a chupar, deixando ainda mais inchado. Sua boceta minava melzinho de tesão.
Ela gritava que me amava, que queria gozar, foi quando eu comecei a lamber e chupar o cuzinho rosado dela. Enfiava a língua lá dentro fodendo o cu dela. Aspirei fundo o cheirinho do seu reguinho suado e fiquei tão louca que pedi até que ela mijasse em cima de mim. Ela deu uma risada dizendo que eu era tarada. Aos poucos voltei a lamber sua xota e ela soltou um grito forte, retesando o corpo todo. Sussurrou: “estou gozando, sua puta, se você quer uma mijada, lá vai: vou mijar em você, meu amor”. Então senti um jato forte e quente de mijo nos meus seios. Recebi um jato bem na cara. Ela esfregou mais uma vez a xoxota toda molhada em meu rosto. Seu grelo estava enorme de duro.
Descansou um pouco e logo veio para cima de mim. Colocou-me de quatro e amarrou um consolo, que pegou na gaveta do criado-mudo, na sua cintura e colocou bem devagarzinho dentro de minha bocetinha melada. Como só uma mulher sabe fazer, fui rebolando naquele cacete enorme que me preenchia inteira enquanto ela masturbava meu clitóris por trás. Comecei a gozar segurando a Neide pelos longos cabelos e chamando de minha fêmea gostosa. Gozei gostoso com aquela mulher em cima de mim e queria ficar com ela para sempre, mas não podia, pois sou casada e ela também. Após, o gozo nos beijamos loucamente na boca, uma sentindo o gosto da boceta da outra.
Descemos porque seu marido estava pra chegar e podia nos dar um flagra. Acho que seria um escândalo. Ou não, pois ela me confessou que tava louca de vontade de contar para o Claudio que já tivemos um afair. Ela diz que ele é bem liberal e pode aceitar nossa transa, mas para o meu marido, nem pensar em contar. Ele é muito machista, conservador e com certeza nunca aceitaria eu ter um caso com uma mulher. Quem sabe eu volto aqui pra conta pra vocês se o Claudio aceitou ou não numa boa. À noite ainda tive que bater uma siririca ouvindo os gemidos de prazer da Neide na suíte ao lado do meu quarto. Acho que ela gemia alto daquele jeito só pra me provocar, sabia que eu estava ouvindo seus gritos e gemidos e me deixaria excitada com a xoxotinha em brasa, ouvindo ela entrando na pica do Claudio. Ela dizia: “me fode, meu pauzudo gostoso”, “come meu cu com esse pauzão”, “come safado”, só pra eu ficar com inveja, já que tinha lhe confessado que meu marido tem um pau pequeno. É pequeno mas satisfaz, é bem verdade.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Delegado Thiago vira Laura e pode assumir defesa da mulher em Goiás

Caxias - Ma, 23 de Janeiro de 2014

GOIÂNIA - Uma cirurgia de mudança de sexo, realizada na Tailândia, é o assunto do momento nos bastidores da segurança pública de Goiás. Há cerca de seis meses, um delegado de Polícia Civil entrou de licença médica, viajou até a Ásia, onde submeteu-se à mudança de sexo, da qual ainda se restabelece. Em fevereiro, quando deverá voltar ao posto, no lugar do delegado Thiago de Castro Teixeira, quem assumirá será a delegada Laura de Castro Teixeira
E Laura reassumirá com a possibilidade de lotação na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (Deam) Central de Goiânia, onde a titular, Ana Elisa Gomes Martins, carente de reforço, garante uma boa recepção. "Se ela vier, será recebida com profissionalismo e para atender uma grande demanda de um público carente", informa a delegada Ana Elisa, que chefia uma especializada com três delegadas adjuntas e quatro plantonistas, todas sobrecarregadas pela violência contra a mulher.
A mudança de nome de Thiago para Laura foi autorizada pela Justiça e por isto o novo registro civil do delegado passou a ser do sexo feminino. No Facebook, desde o final de outubro, Laura já exibia o novo visual, contrastando bastante com a imagem pública do então delegado Thiago, geralmente usando terno, camisa de mangas compridas e outras peças todas do vestuário masculino.

Na foto mais recente, postada em 13 de dezembro, a delegada aparece com o rosto maquiado e vestida com a camiseta preta padrão com o timbre da Polícia Civil, muito utilizada pelos policiais da corporação durante operações. Os cabelos longos e bem escovados nem de longe lembram as madeixas desalinhadas e amarradas, geralmente em um rabo de cavalo, mantidas presas sempre que concedia entrevistas sobre casos policiais.
A história foi revelada nesta quinta-feira, 23, pelo jornal Diário da Manhã (DM), que dá como certa a posse dela como delegada da Mulher de Goiânia. A reportagem mostrou a surpresa de alguns ex-colegas de trabalho com as mudanças feitas por Thiago. "O delegado era implacável em ações que exigiam demonstração de 'macheza' e sua conduta era de um homem que exalava testosterona, não de um indivíduo que pudesse mudar de sexo e vir a se tornar uma figura feminina", declarou um escrivão ouvido.
Policial tido como sério, com atuação firme nas operações de combate à criminalidade promovidas pela Polícia Civil, onde ingressou há cerca de quatro anos, antes de se transformar em Laura, Thiago foi delegato titular das cidades de Trindade e Senador Canedo, ambas na região Metropolitana de Goiânia. Também atuou como coordenador do grupo especial de repressão a narcóticos (Genarc) da cidade de Porangatu, no Norte de Goiás.
Outros detalhes pessoais sobre a vida do policial que vieram a público com a mudança de sexo, dizem respeito ao passado de Thiago, que foi casado e tem dois filhos.
Esperado. Ao Estado, uma fonte da Polícia em Goiânia informou, solicitando o anonimato, que a mudança de sexo "não foi uma surpresa de agora, já que a licença e a viagem à Tailândia eram sabidas de algumas pessoas há alguns meses". A fonte sinalizou que, nos bastidores da corporação, a homossexualidade do delegado era conhecida, "mas não comentada amplamente, inclusive porque ele tem uma atuação linha dura".
Por outro lado, o caso é tratado com cuidados pela SSP. A assessoria de Imprensa da Polícia Civil evitou informar os contatos da delegada Laura. A policial também não respondeu à solicitação de entrevista feita através de mensagem nesta quinta-feira, 23, no perfil dela no Facebook.
Segundo a assessoria, o diretor geral da PC, delegado João Carlos Gorski, não comentará o caso, justificando se tratar de assunto pessoal "que não afetará em nada a parte administrativa" do cargo exercido pela delegada, já que houve autorização judicial para a mudança de nome. Ainda segundo a assessoria, não há definição por enquanto sobre a próxima lotação de Laura, indicando que não está confirmada ou descartada uma atuação como delegada da mulher.
Na Deam, tradicionalmente, a maior parte dos postos de delegado é ocupada por mulheres, mas algumas vezes já foram ocupados por homens. Na Especializada, homossexuais homens, como travestis, não são atendidos. O atendimento é exclusivo para mulheres, entre as quais lésbicas vítimas de violência.

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domingo, 13 de outubro de 2013

Caxias - Ma. 13, de Outubro 2013


Cheguei pra passar as férias na casa de minha Tia Cleide, fazia por volta de cinco anos que eu não via toda a família, mas de verdade estava mais ansioso pra ver como estava Léo, meu primo mais velho. Me recepcionando, minha tia foi logo explicando que Tio Mauro estava viajando a trabalho, Luana, a filha mais nova, estava passando as férias no sitio com as colegas e só restara ela e Léo em casa. Eu logo disparei: - Onde está ele? Queria tanto vê-lo! - Justamente sobre isso que eu queria falar, infelizmente tive que adiar as férias por causa de um problema na empresa e Léo que vai ficar aqui junto com você a maioria do tempo. Sempre tive uma relação muito boa com ele, até demasiada. Percebia algo entre nós, mas nada havia rolado até então. Tia Cleide me ajudou a levar as malas até o quarto e disse que eu podia ficar a vontade. Sentei-me em frente à TV, sem prestar muita atenção na programação, comecei a mexer no celular, tinha que avisar a minha mãe que já havia chegado, minha Tia interrompeu: - Agora vou ter que sair! Léo estava bebendo com uns amigos, comemorando o aniversário de um deles. Mas, já eu liguei e ele está vindo. - Certo, Tia! Não se preocupe, vou ficar bem. Ela deu mil e uma recomendações antes de sair e disse que voltava apenas a noite. Passou um tempo, e a fome apertou, fui à geladeira procurar algo pra comer. Quando menos esperei uma pessoa me abraçou pelas costas: - Há malandro, quanto tempo! Era Léo, com um jeito espontâneo que não era de sua personalidade, até onde eu conhecia. Fiquei impressionado como ele tinha ficado ainda melhor, a camisa desenhava os traços musculosos do seu peito, e o short apertadinho deixava o volume em evidência. Feita a analise, continuei: - Pensei que não ia chegar mais! - Demorei porque tive que deixar meus amigos em casa, mas já tô aqui pra gente se divertir. Eu podia perceber malicia no seu olhar. - E pra que estou aqui se não pra me divertir? Ele soltou um sorriso e continuou a conversar, falou as novidades e eu também lhe contei algumas. Ao longo do papo percebia que ele com frequência usava de frases dúbias. Um tempo depois ele convidou: - Estou com um filme maneiro de ação, vamos assistir? Sem titubear, aceitei. Ele colocou o filme e me acomodei no sofá. Léo se acomodou no outro. Ele pegava na mala com frequência, comecei desconfiar que tava afim. Olhei pra ele com um olhar malicioso, levantei e sentei-me do seu lado. - Coisa mais chata ficar sozinho num sofá! Bem melhor aqui. - É, pensei que gostasse, por isso não falei nada. Falou ele com um sorriso sínico. Fiquei fingindo que tava assistindo, depois de um tempinho perguntei se podia deitar, ele respondeu que sim, afagando com vontade minha perna. Coloquei minha cabeça do colo dele e percebi que o negocio já estava mais ou menos como eu queria. Olhei pra ele e sorri. Ele sorriu e disparou: -Vai? Apesar de já ter percebido o que ia rolar fiz que não entendia: - Oi? Ele forçou minha cabeça contra o pau dele já duro e disse: - Não quer pagar um boquete pra mim não? Nem respondi, pois aquilo era muito novo pra mim, eu estava um pouco cauteloso. Ajoelhei lentamente frente dele, abri o short e saltou de lá uma jeba de mais ou menos uns 20 cm e bem grossa. Comecei a chupar lentamente, mas fui acelerando até que desse pra perceber que eu estava bem a vontade e ele também. Fazia movimentos de vai e vem. Leo se contorcia bastante, mostrando que estava inundado em tesão. Em um pulo ele levantou e eu continuei meu trabalhos e fui terminando de tirar o short, ele me ajudou com os pés, sem que a gente precisasse parar o oral. Cada vez mais estávamos envolvidos e eu tirei a camisa logo. Ele acariciava minha cabeça e fodia minha garganta bastante. De repende ele puxou pela minha mão e me levantou, me afagou em seus braços e começou a me beijar, naquele momento não tinha mais volta, íamos acabar na cama. Enquanto me beijava foi me levando em direção ao quarto dele, nos esbarrando nos móveis, mas isso era o que menos importava no momento. Já no quarto ele me empurrou contra a cama e eu fui logo tirando o short, ele se adiantou e tirou logo o que restava de roupa em seu corpo, à la strip. O meu homem, em situação, deitou-se sobre mim e começou novamente a me beijar e falava repetidamente, quase gemendo no meu ouvido: -Eu sempre quis isso! Era o que eu queria! E por vezes até questionava: - Porque a gente não fez isso antes? Perdemos muito tempo! E continuávamos... Quando menos percebi não tinha restado se quer uma peça de roupa. Com seu jeito másculo, foi me colocando de quatro, deu uma cusparada no meu cú, que naquele momento já implorava por seu cacete, acariciou com os dois dedos e logo em seguida começou a me enrabar. Ao mesmo tempo que era rude, era carinhoso, tudo na medida certa. Mesmo com um incômodo leve de dor, quando menos percebi estava louco de tesão e segurando meus quadris, meu primo fodia meu cú com violência, e o meu tesão só tendia a aumentar. Passamos vários e longos minutos fodendo e variando as posições quando ele caiu por cima de mim, e avisava: - AI DELICIA, VOU GOZAR! VOU GOZAR, CACHORRA! Gemendo de tanto prazer eu implorava: - Vai gostoso, fode me cu! Me come, vai, metee! Em um urro meu primo inundou meu cú com seu leite e logo em seguida gozei também ainda com seu rola dentro de mim. Cansados, permanecemos em posição, sua respiração era forte, nossos corpos pulsavam em sintonia total. Um tempinho depois fomos tomar banho juntos e aproveitamos pra ir colocando as ideias em dia. PS.: SE ALGUÉM QUISER EU CONTINUO A HISTÓRIA.

sábado, 11 de maio de 2013

depois de comer o cuzinho dela enfiei minha rola bem fundo na buceta dela

Caxias - Ma,11 de Maio de 2013


Cunhada safada: Tudo começou quando minha esposa deu a luz ao nosso filho, como minha esposa e eu trabalhamos fora, minha esposa chamou sua irmã mais nova (24 anos) para vir morar com a gente em São Paulo, nos á contrataríamos como babá do nosso filho; Minha cunhada aceitou porque ela mora em uma pequena cidade no interior de MG, e lá não tem muitas oportunidades de emprego. E assim minha cunhada veio morar na minha casa, em janeiro/09. Desde sua chegada a nossa rotina mudou bastante eu passei a evitar andar sem camiseta em casa, após o banho me trocava no próprio banheiro e não mais no meu quarto, coisas deste tipo. Nos finais de semana eu sempre me levanto antes da minha esposa e da minha cunhada, e vou até a padaria, no retorno eu preparo lanches para tomarmos o café da manhã juntos, as sexta e sábados à noite, costumamos assistir a filmes, mas minha esposa raramente nos acompanha, pois vai dormir sedo, acompanhado nosso filho, e minha cunhada e eu, ficamos na sala sempre tomando uma cerveja ou uma caipirinha, contávamos histórias sobre a infância um do outro, sobre os namorados e namoradas, e às vezes caiamos no assunto sexo, ela sempre dizia que o ruim de estar em SP, é que ela não conhecia ninguém, e que já estava subindo pelas paredes entre outras coisas, quase todos os finais de semana eram assim. Minha esposa e eu trabalhamos de segunda a sexta, ela é enfermeira e trabalho em um escritorio de rh, às vezes minha esposa faz plantão nos finais de semana, para ganhar um dinheiro extra, e eu fico com meu filho e minha cunhada. Em um desses finais que semana que minha esposa foi trabalhar já em setembro/09 minha cunha e eu revezamos quem cuidava do meu filho em quanto o outro tomava banho, eu fui tomar banho primeiro, e como de costume me troque no próprio banheiro, e fui cuidar do meu filho para que minha cunhada pudesse tomar seu banho, um tempo depois ela abre um pouco a porta e me chama, ao chegar na porta do banheiro ela coloca apenas o rosto na abertura e pede para eu pegar a sua toalha que ficou em cima da cama, eu prontamente peguei e entreguei a ela, sem nenhuma malicia, ela saiu do banho usando um conjunto vermelho com um decote não muito grande, mas sem sutiã, e com um shortinho, que chamava a atenção, pois minha cunhada é baixinha (1,65 +ou-) e é um pouco fofinha, e tem seios avantajados, ela puxou conversa e pediu para que eu não comentasse nada com a minha esposa, pois ela é ciumenta e poderia interpretar de outra forma, eu concordei lógico. Na manhã seguinte minha esposa foi trabalhar novamente e eu fui até a padaria, ao retornar minha cunhada já estava de banho tomado e já estava preparando o café, eu perguntei o que milagre é esse você já levantou, já tomou banho. Ela riu e respondeu, dizendo que tinha que tomar um banho para se refrescar, pois tinha tido um sonho muito louco, eu curioso perguntei qual tinha sido o sonho e ela sem frescura me respondeu:- Sonhei que estávamos todos dormindo, e você veio até a minha cama e começou a me beijar, eu dizia para você parar porque a minha irmã podia acordar, mas você não parava e ficava falando se eu não estava gostando, se eu não queria.Eu então meio sem jeito comecei a fazer perguntas, - Mas e aí, a gente continuou se beijando?- Sim! Você começou a tirar minha roupa, ficou me beijando e nós fizemos amor um tempão, e o pior é que eu acordei com uma dor por dentro das coxas, até parece que a gente transou mesmo.Confesso que fiquei de pau duro ouvindo aquilo, e comecei a dar algumas investidas para ver até onde íamos chegar; e em tom de brincadeira falai: - Mais e ai? Foi bom? - FOI !!! Ela respondeu ser pensar. - - Bom eu também quero ter esse sonho, principalmente se eu puder estar acordado. Ela riu e perguntou se eu teria coragem de trair a irmã dela, eu disse não seria uma traição e sim uma forma de ajuda, pois ela devia estar subindo pelas paredes, pois além de estar tantos meses sem dar uma e ainda tem que ficar ouvindo a sua irmã e eu transando, nada mais justo do que eu dar uma ajudinha nisso. Ela disse que era melhor mudarmos de assunto, porque se não ela ia ter que tomar outro banho. Minha cunhada ficou durante o dia desfilando com aquele shortinho dentro de casa como se eu não estivesse ali, aquilo estava me deixando fora de mim, até que após o almoço meu filho dormiu, eu então decidi que era a hora de tentar alguma coisa, pois se tivesse que ser seria nesse dia. Fui até a cozinha e trouxe uma latinha de cerveja para minha cunhada e outra para mim, e começamos a conversar eu fui direto ao ponto. – Bom agora eu vou encher a cara, e ver se pego no sono porque eu to loco pra sonhar a mesma coisa que você. Ela riu e disse que era melhor eu esquecer aquilo, porque se a minha esposa descobrisse iria matar nos dois, eu respondi dizendo que isso era impossível de acontecer porque se nenhum de nos contasse, ela nunca iria descobri, disse isso e me aproximei dela sentando bem ao seu lado no sofá, ela se arrepiou eu mandou que eu parasse com aquilo porque ela já estava com um calorão, mas não se afastou, eu então dei a cantada final. – Bom eu também estou com calorão, então vamos tomar um banho juntos e não falamos mais nisso; E a abracei. Minha cunhada se transformou, ela olhou aquele volume na minha bermuda, e disse o que é isso você ta de pau duro você não tem vergonha, eu peguei a mão dela e coloquei na minha rola sobre a bermuda, ao mesmo tempo em que dei um beijo na boca dela, ela apalpou o meu volume o que me deixou mais excitado ainda, abaixei o calção de modo que mostrasse para ela o meu pau, olhei para seu rosto e comecei a puxar meu calção enquanto a olhava procurando ver a sua reação, seus olhos brilhavam com o que via, meu pau saindo lentamente do calção, deixando-a extasiada, Agora a minha intenção era tocar na sua bucetinha, por isso metia a mão entre suas pernas a procura dela, que encontrei e acariciei com a pontinha do dedo, de baixo para cima terminando por tocar em seu grelinho que já estava durinho, fazendo-a gemer ao meu toque, me ajoelhei e tirei eu shortinho e pude ver a buceta dela alagada, passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheiro de buceta melada me enlouqueceu, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha..., louco de excitação, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude...penetrava minha língua fundo na buceta dela e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela buceta apertadinha....chupava os lábios da buceta com força e sentia minha cunhada se contorcer, ela erguia os quadris permitindo ser penetrada pela língua... chupei, chupei até ela começar a gemer e pedir para que eu parasse. – Eu só vou parar quando sentir o seu gostinho, goza na minha boca gostosa, eu quero sentir o seu gosto. Ela continuou gemendo e se contorcendo até que colocou as mãos sobre minha cabeça e começou a forçá-la contra a sua buceta dizendo. – CHUPA FILHA DA MÃE, FAZ EU GOZAR GOSTOSO, VAI LAMBE MINHA BUCETA, CHUPA ELA VAI, HUMM, LAMBE MAIS SAFADO. Minha cunhada tinha um buceta maravilhosa, lábio carnudo uma delicia que eu me deliciava em chupá-la, aí ouvi ela dizer baixinho: - To gozandoooooo! Eu pude sentir o gostinho do seu gozo era uma delicia. Ela me puxou do chão me fazendo ficar em pé na sua frente e começou a punhetar o meu pau, até que começou a lambê-lo desde o saco até a pontinha do meu pau, fazendo com que ele pulasse em sua boca, ela chupava com gosto, vendo que eu não resistiria muito tempo a essa chupada ela deu uma olhada direto nos olhos em busca da minha reação, em quanto ela colocava o meu pau até o fundo da sua garganta, com isso eu fiquei louca para gozar na sua boca, o que com certeza seria inevitável devido o estado que eu estava de excitação. Minha cunhada fazia um movimento de vai e vem que me deixava louco e não demorou para que eu anunciasse que iria gozar em sua boquinha, ela imediatamente parou de chupar e com cara de cachorrinha abandonada, disse que não, - NA MINHA BOCA NÃO, EU NÃO SOU PUTA. Eu a indaguei: - VOCÊ ESTA BRINCANDO COMIGO NÉ? EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ NUNCA FEZ UMA CHUPETINHA. - Sim, chupeta eu já fiz eu adoro fazer, mais engolir porra eu nunca fiz, que gosto que tem cunhado? - Eu não sei, nunca experimentar minha porra, mas acho que deve ser bom, a sua irmã gosta: - Ela gosta de porra? Ela toma sua porra? - Às vezes sim! – Ta, talvez depois eu experimento, se a minha irmã toma sua porra, eu também gostaria de pelo menos sentir o gosto para ver como é, mais você me provocou agora agüenta, só vou deixar você gozar depois que você me comer. Resolvi aproveitar a deixa já que minha cunhadinha estava decidida a por fim ao seu tesão, a coloquei de frango assado com as pernas em meus ombros e vi meu pau se entrar fácil naquela buceta, que estava ensopada, ... deixando-me pirado, tava adorando foder minha cunhada, passei a bombar com bem rápido, o suou escorria, seus seios sacudindo, o barulhinho do melado da sua boceta, eu tirava a rola toda e enfiava tudo dentro dela de uma vez, sentindo ela contrair com força o meu pau. - Isso gostosa aproveita, foi assim que você sonhou? E dei um beijo de língua na minha cunhada, nisso meu pau saiu de sua buceta, ela na hora reclamou: Não tira esse cacete de mim, por favor! E eu recoloquei devagarzinho, fazendo-a implorar por rola: - Por favor, mais forte! E eu colocando e tirando o meu pau, de mansinho, para levala a loucura! Ela desesperada, remexia e rebolava como louca debaixo daquele cacete: - enfia tudo, forte, vem forte, me fode toda, me mostra o que você faz com a minha irmã! Vem, faz de mim sua puta, deixo você fazer o que quiser, mas me fode com forçaaaaaa! – Eu me ajoelhei na cama e a puxei com força pela cintura, colocando ela de quatro deixando ela bem arreganhada, e começei a estocar rápidas e com tanta força, naquela buceta toda molhada que faziam o barulho (FLOPT, FLOPT, FLOPT), socando cada vez mais fundo sem dó. - Come caralho, come sua cunhadinha puta come, você ta gostando de comer buceta? Eu a coloquei de ladinho e a segurei bem forte pela cintura e começei a socar com bastante força, fazendo sua minha rola entrar bem fundo na buceta dela e passei a xingala: - Toma caralho, vou deixar essa buceta arregaçada, e em um movimento rápido eu a coloquei de bruços, e fiquei socando com muita força, em quanto eu puxava o cabelo dela e dizia ao seu olvido: - Ta gostando? Agora eu vou comer o seu cuzinho!! Ela entrou em desespero e disse que não, que o cú ela não ia dar, eu fiquei socando e insistindo dizendo que ela iria gostar, que fui eu quem iniciou a irmã dela no sexo anal, ela falou que já sabia disso que sua irmã já tinha falado que dava o rabo pra mim, mas que ela tinha medo porque já tinha tentado dar para um ex-namorado mais estava doendo e ela vez ele parar, eu aproveitei e começei a tranqüilizala dizendo que comigo seria diferente pois eu já tinha tirado o cabaço de um cuzinho e que caso ela não gostasse era só falar que eu pararia, ela perguntou se eu não queria mais gozar na boca dela, eu disse que sim, que depois de comer o cuzinho dela eu daria todo o meu leite pra ela, mas ela vez cara de nojo e disse que não, que era para eu gozar na boca primeiro e depois comer o seu rabo, eu adorei a idéia e passei a bombar bem rápido para gozar o mais rápido possível. Eu gemia muito e estava exausto senti que iria gozar então me levantei rapidamente em quanto mandava minha cunhada se ajoelhar, e soquei minha rola naquela boca ...aahhhhhhhh toma leitinho toma, Ela recebe toda a minha porra na boca e parecendo uma profissional engoliu até a última gota. Eu levantei a cabeça da minha cunhadinha tirando sua boquinha de meu pau e ela me olhou como que agradecida de poder ter me sugado; eu então perguntei: - Eai qual é o gosto, é doce ou salgado? Ela respondeu: - É quente e gosmento, mais o gosto você vai experimentar. E me puxou ao seu encontro me dando um longo beijo, passando sua língua pela minha boca, me fazendo sentir o gosto da minha própria porra. levei as mãos até as dobrinhas da bunda dela, e com firmeza passei a colocar o dedo entre as nádegas a procura de seu cuzinho, fazendo com que ela desse vários gemidos. Minha cunhada deu uma empinada na bunda, demonstrando o tesão que ela estava sentindo, e começou a pedir que eu fosse com calma, pois ela estava com medo, perguntei a ela se podia dar umas lambidas no seu rabo e ela disse que era para eu fazer o que quisesse, daí eu acariciei a sua bundinha, tocando na direção do cuzinho, o que fez com que ela se arrepiasse então, olhando aquele rabinho arrepiadinho, não resisti e beijei-o todinho, buscando com a língua seu cuzinho gostoso, quando o toquei, ela começou a rebolar na minha cara. Coloqueia na cama de quatro, já preparado para uma ocasião dessas, peguei o KY que usava com minha esposa e lubrifiquei seu cuzinho e fui colocando um dedo depois outro, e meu pau que neste momento estava duro como pedra, fiquei em cima dela encostando a cabeça de meu pau no cuzinho, ela colaborou abrindo as nádegas com as mãos, para facilitar minha investida, esfreguei meu pau no seu reguinho às vezes tocando no seu cuzinho, ela já gemia pedindo que eu metesse logo porque ela não agüentava mais de tesão, então ouvindo isso, coloquei a cabeça do meu pau na sua entradinha e fui forçando devagar, ela gemendo pedia que eu não metesse tudo de uma vez, eu querendo realmente saborear ao máximo aquele momento metia devagarzinho sentindo seu cuzinho pouco a pouco envolvendo o meu pau, quando a cabeça passou tive de me controlar muito para que não gozasse tão rápido, dei uma paradinha e fiquei sentindo cada vez que meu pau pulsava ela dava uma mordiscada nele com o seu cuzinho, sentindo que não agüentaria muito tempo eu segurei em seus ombros e usei mais força penetrando até a metade em seu cuzinho, ela parou de gritar e gemer, e só eu continuei penetrando. Ela me pedia para gozar logo, pois já não tava agüentando mais a dor, eu pedia para ela esperar e que já iria gozar, fique bombando forte no cuzinho dela e dando tapas em sua bunda, ela começou a gemer de dor! Fiquei com pena e tirei o pau do cu dela por uns instantes. e insisti para deixar só eu gozar e depois parávamos. Ela disse: - Filho da puta, não acredito que minha irmã faz isso pra você há tanto tempo, ela é uma puta mesmo. E voltou a ficar de quatro, abriu a bunda novamente para mim e pediu para eu gozar rápido. Foi então que eu, novamente, comecei a bombar forte aquela bundão. Quanto mais eu bombava forte naquele cu, mais ela fechava os olhos e pedindo para eu parar que ela já não tava agüentando mais... Enfim, com ela quase se deitando na cama, enchi aquele cuzão de porra - à medida que ela ia caindo eu fui gozando, deixando porra um pouco lá dentro e o restante sobre a bunda..e depois me levantei de cima dela, e vendo o “estrago” que havia feito naquele cuzinho, Nos beijamos e ela me perguntou quem metia melhor se ela ou sua irmã, não tive duvidas na resposta: - Sua irmã !! Ela mais experiente e safada, mais você tem futuro. - Cachorro você arromba meu cu, me faz beber porrra, e ainda fala que minha irmã é melhor, eu vou olhar voceis trepando para ver o que ela faz de tão especial, ela teve ser uma putona mesmo, vamos tomar banho e não esquece a promessa de jamais comentarmos sobre isso.
http://www.contosonline.com.br/conto-erotico/cunhada-safada-4

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Quando ele tirou aquele pau enorme da minha buceta estava sangrando.

Caxias - Ma, 12 de Abril de 2013



oi meu nome e Juliana (ficticio) tenho dezoito anos e moro em goiania,meu corpo se desenvolveu muito rapido pela minha idade antes dos treze eu já tinha seios e bumbum formado,todo dia quando eu ia dormir esfregava minha buceta na cama ate gozar,como meus pais nunca falaram em sexo pra mim eu nao sabia o que era,sentia vergonha mas gostava.
Uma vez minha mae deixou uma filha da vizinha me olhando ela era mais velha,lembro que ela foi fazer eu dormir e ficou esfregando a buceta dela cheia de pelos em mim,enfiava a lingua na minha boca e depois chupou minha buceta um certo tempo.Eu fiquei com vergonha e nao contei pra minha mae.
Passaram uns dois anos e comecei a deixar o Thiago um vizinho meu mais velho que eu chupar meus seios por cima do muro enquanto ele se punhetava, eu adorava,faziamos todos os dias,ele era doido pra me comer e eu tinha medo da minha mae descobrir e nao deixava,mas me masturbava toda noite,as vezes ficava com tanto tezao que eu enfiava a escova de cabelo na minha buceta virgem.
Certo dia minha mae saiu e o Thiago pulou o muro da minha casa,eu estava na cozinha lavando louças e ele já veio com o cacete armado pro meu lado enorme e cabeçudo já com camisinha,eu falei que nao queria e ele ficou me amassando e me levou pro meu quarto contra a minha vontade,eu dizia que nao e ele fingia que nao me ouvia enquanto tirava minha roupa.Quando eu estava nua ele abriu minhas pernas e enfiou o penis enorme na minha buceta de uma só vez sem lubrificaçao nenhuma eu gritava de dor enquanto ele tampava minha boca,eu pedia pra parar e ele nao parava arrombava cada vez mais minha bucetinha que nem pelos tinha,eu falei pra ele que estava doendo pois eu achava que era só colocar o penis dentro da buceta e pronto nao sabia que tinha movimentos de vai e vem,e ele disse que nao era dor,que era tezao entao fiquei quieta chorando de dor enqt ele me fodia.Quando tirou aquele pau enorme e cabeçudo minha buceta estava sangrando.
Ele foi pra casa dele e eu fui tomar banho,antes que minha mae chegasse,minha buceta doia parecia que ele ainda tava lá dentro,nao falei nada pra minha mae pois apesar de tudo eu gostava dele.
No mesmo dia minha mae foi pra igreja com meu pai e eu resolvi ficar,o Thiago percebendo que eu estava sozinha nao perdeu tempo e pulou o muro novamente,desta vez me levou pra perto do muro onde se punhetava todas as noites me pos de quatro e enfiou no meu cúzinho tambem virgem sem dó,minha buceta ja tava doendo e ele rasgou meu cú todo e ainda gozou dentro dele,sem camisinha pois disse que nao engravidava.Fiquei dois dias andando com as pernas abertas de tanta dor,parecia que tinha um pau na minha buceta e outro no cu ao mesmo tempo.
Nao quis saber de sexo tao cedo depois disso,vou contar sobre outras eventualidades depois.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

tirou o pau da minha xoxota e colocou no meu cuzinho

Caxias - Ma, 18 de Dezembro de 2012


Até os 25 anos, fui uma garota como outra qualquer. Foi depois que casei com um homem mais velho que comecei a aprender que sexo não era apenas penetração, que existia toda uma preparação, um jogo erótico, algo que envolvia o sexo e era tão excitante quanto a transa em si. Eu acabei descobrindo prazer no exibicionismo, nas roupas curtas e provocantes, nos decotes generosos. Descobri que podia enlouquecer um homem apenas com um olhar. Comecei a dar vazão ao meu lado erótico. Eu era uma espécie de dominadora, meio perversa, até mesmo cínica, mas muito sensual, quente. Sim, descobri que era uma mulher em estado de tesão total. E que, com respeito aos limites de cada um, eu podia ser tudo, até mesmo uma puta na cama. Depois de cinco anos, eu me separei. Aos 30, eu já estava plena como mulher. Sabia o que queria. Sabia que sexo era gostoso e não um ato para se envergonhar. Acabei me casando novamente com um homem mais novo. Um homem que eu dominava completamente. Eu tinha até dó da maneira que eu o tratava. Eu era estúpida com Wanderlei e carinhosa e doce com seus amigos. Um destes amigos era um tremendo de um cafajeste. Carlos era o melhor amigo de Wanderlei. Pelo menos, o meu marido o considerava assim. Mas Carlos não perdia chance de fazer insinuações, de fazer brincadeirinhas maliciosas, de me desejar abertamente. Quando eu colocava um decote acentuado, ele não tirava os olhos dos meus peitos. Wanderlei nada percebia, ou fingia não perceber. Da minha parte, eu ficava excitada. Gostava de provocar Carlos. Quando ele estava em casa, eu sempre colocava shortinhos minúsculos. Eu tinha um shorts jeans velho, surrado, todo desfiado, que sempre mostrava as polpas da minha bunda. Quando eu o colocava, Carlos ficava altamente perturbado. Tentava de toda maneira disfarçar uma ereção. Estas brincadeiras todas só podiam terminar numa coisa: sexo! A gente tinha saído, os três juntos, para tomar algumas cervejas. Eu estava contente, alegre, descontraída, lançando olhares maliciosos em todas as direções. Carlos estava mais cafajeste do que nunca: camisa aberta, mostrando o peito peludo e sexy e com a barba malfeita, que lhe caía muito bem. Só o Wanderlei continuava com aquela cara meio amarrada. Já tinha bebido todas quando resolvi ir até o banheiro do bar, que por sinal, estava lotado de gente. Fiz meu xixi e estava voltando quando esbarrei num cara grisalho. Quando ele se virou, reconheci Celso, meu primeiro marido. Fazia meses que a gente não se via. Fiquei até meio balançada. Mas Celso estava acompanhado de uma garota bem bonitinha. Era a sua nova namorada e ainda possuía aquele ar ingênuo que eu tinha quando me casei com ele. Levei os dois até a minha mesa e os apresentei para Carlos e Wanderlei. O cafajeste do Carlos começou a galinhar a mulher de Celso na cara dura. Ele não fazia nenhuma questão de disfarçar. Celso ficou conversando comigo e também começou a dar suas insinuadas. Wanderlei ficou esquecido num canto e só foi lembrado na hora de pagar a conta. Coitadinho! Fomos todos para minha casa, onde continuamos bebendo e conversando. Como eu estava percebendo que Carlos já estava quase chegando na namorada de Celso, resolvi agir e dei em cima dele. Só que o Celso também queria relembrar os velhos tempos e veio para o meu lado também. Eu nem sei como a coisa aconteceu. Eu devia estar bêbada. Acabei indo com os dois caras até o quartinho da empregada, onde havia uma cama, que Wanderlei usava quando eu queria dormir sozinha( era uma das minhas manias). Como aconteceu, eu não me lembro. Eu só me lembro que tirei toda a roupa e fiquei deitada de costas, abrindo a minha xoxota peluda. Eu realmente estava bem peluda. Meus pentelhos estavam enormes e cobrindo minhas coxas e o meu reguinho. Celso não gostava muito de xoxotas peludas e sempre me mandava raspá-la. Wanderlei não fazia questão, por isso eu quase nunca me raspava. Fiquei lá um tempo, nua, e os caras ficaram me olhando. Eu levantei um pouco a perna, deixei a outra caída para fora da cama. Comecei a me acariciar, mostrando o meu grelinho inchado, o buraquinho aberto da minha bucetinha. Pedi que os dois homens me mostrassem os seus cacetes. Eu sabia que Celso tinha dificuldade de ereção, por isso, não me surpreendi quando me mostrou uma pica flácida. Ao contrário de Celso, Carlos estava com o pau bem duro. Me sentei na cama, me encostei na parede e continuei me masturbando. Carlos se aproximou e começou a passar a mão pelo meu corpo. Voltei a me deitar e senti seus lábios em cima dos meus. Em seguida, atacou os meus seios, me chupando e mordendo os biquinhos. Celso não perdeu tempo e enfiou a língua na minha xoxota. O cara ainda sabia chupar como ninguém. Fiquei louca de tesão. Carlos voltou a me beijar. Me deu um beijo carinhoso, mas depois começou a bater com a pica na minha cara. Celso continuava com a sua língua endiabrada nos meus buraquinhos, pois nesta altura, ele lambia meu cu desvairadamente. Carlos empurrou o pau na minha boca e acabei lhe fazendo uma chupetinha. Celso também se colocou ao meu lado e colocou o seu pau na altura dos meus lábios. Peguei as duas picas e fiquei chupando uma e depois a outra. Carlos me deixou com Celso e foi meter na minha bocetinha. Eu pedi que ele colocasse uma camisinha, mas o filho da puta não quis nem saber. Segurou umas das minhas pernas, levantou-a ao máximo e enfiou a piroca no meio da minha xoxota. Tive que ficar de lado para que o pau entrasse mais fácil. Celso disse que ia ver aonde estava a mulher e saiu. Carlos começou a estocar com se fosse um tarado. Eu comecei a ficar enlouquecida. Ele parou de repente e me virou de quatro. Ficou chupando o meu cuzinho e batendo punheta. Depois meteu mais uma vez na minha xoxota. Eu comecei a gritar como uma puta desvairada. Aí o filho da puta tirou o pau da minha xoxota e colocou no meu cuzinho. Ele nem se preocupou em ir devagar, já foi bombando com violência. Mas devo confessar que comecei a sentir um prazer delicioso. Era algo quentinho e úmido que entrava no meu cuzinho, me alargando toda, em fazendo gozar como uma demente. Fiquei caída, relaxada, com o cu todo melado. Eu estava bêbada, mas me lembro que não parava de chamar o Carlos de sacana, por ter me comido sem camisinha. Ele me garantiu que não tinha nada, mas eu fiquei doida com ele. Ainda bem que não pegou nada! Eu acabei dormindo ali mesmo, no quartinho. Só fui encontrar com Wanderlei no dia seguinte. Ele me tratou muito bem, como se nada tivesse acontecido. Foi o mesmo cara carinhoso e compreensivo de sempre. Apesar de curtir um cafajeste, devo dizer que Wanderlei, com seu jeito meigo, acabou me fazendo ficar apaixonada por ele, muito mais do que eu esperava. Hoje em dia, não troco ele por nenhum outro homem... 

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sábado, 15 de dezembro de 2012

enfiei meu pau no cú dela bem devagarzinho

Caxias - Ma, 16 de Dezembro de 2012






































Olá amigos, estou aqui novamente para contar mais uma historia real que aconteceu comigo, me chamo Leonardo, sou mulato 1,82 altura, 85 kg, 29 anos de idade, me considero um cara boa pinta. O que vou relatar ocorreu faz uns três meses mais ou menos, sou do Rio Grande do Sul, tenho uma cunhada que é uma delicia, uma ninfetinha ela tem 18 aninhos, ela é linda faz vários bicos de modelo por aqui vou descreve La, ela tem cabelos castanhos até o meio das costas mais ou menos, tem 1,70 de altura ela é uma falsa magra, com uma bundinha bem gostosa. Bom vamos aos fatos, era um sábado e ela a Manu, havia saído com uma amiga em uma festa na sexta-feira, ela se separou faz pouco tempo esta naquela fase de querer só sair, depois da noitada ela foi para a casa da avó dela e da minha esposa que era mais perto do local aonde ela havia curtido sua festa, chegamos na casa da avó delas no finalzinho da tarde de sábado, a Manu estava dormindo no quarto, depois de uma hora mais ou menos que estávamos lá minha cunhadinha levantou, como tava meio calor neste dia ela tava com um shortinho jeans, uma blusinha top que deixava a barriguinha de fora e pezinhos descalços, levantou com uma carinha de ressaca, quando nos viu deu um sorriso gostoso e falou- Oi maninha e ai cunha dão, estava tão anestesiado com aquele delicia de visão que tive, que demorei para responder e minha mulher falou – amor a Manu ta dando oi pra ti...eu meio afobado respondi – desculpa cunha tudo bem, e contigo? como foi a festa ontem estava boa, dançou bastante? Ela respondeu – é não estava muito a de hoje vai estar melhor, mas vou precisar de sua ajuda. Eu perguntei minha ajuda? No que? Ela falou – fiquei sem grana preciso ir ao caixa tirar grana, tu me leva, ta se armando o maior temporal lá fora estou com medo de ir a pé e pegar chuva no caminho, gelei na hora, minha esposa falou claro que ele leva sim NE amor, daí respondi meio gaguejando clã-claro, ela falou – Então vou passar uma água no rosto e já vamos. Deram uns cinco minutos ela voltou falando estou pronta vamos, me levantei peguei a chave e falei vamos então, convidei minha esposa para ir junto ela, disse que não iria porque estava assistindo um filme com sua avó, fiquei feliz e apavorado ao mesmo tempo, entramos no carro ela foi logo ligando o rádio, inclinando o banco e colocando aqueles lindos pezinhos no painel, nossa nessa hora meu pau saltou como se tivesse tomado um choque, aqueles lindos pezinhos e um par de coxas muito gostosas ali a pouco metros deram rosto. O caixa eletrônico que pensei em ir era pertinho, mas chegando lá estava em manutenção tivemos que ir adiante, no meio do caminho conversamos sobre diversos assuntos demos risadas e tal até que perguntei. – e ai cunhadinha deve ta pegando geral né?! E dei uma risadinha safada, ela respondeu – que nada Léo só dei uns beijinhos desde que me separei, esses meninos de festinha são muito “lerdos”... E deu uma risadinha de safada. Fiz-me de louco e perguntei... Como assim Manu? Ela falou – eles não tem atitude, ficam só nos beijos e não tentam ir além e deu outra risadinha safada o que deixou meu pau mais duro ainda, eu falei nossa no meu tempo uma menina linda assim como você eu não deixaria passar e dei uma gargalhada para tentar maquiar a indireta,rsrsrss ela tirou os pés do painel ficou com os calcanhares próximo a bunda se virou pra mim e falou...- Hum que safado você heim...se estivesse no lugar deles já tinha me dado um trato então e me olhou com uma carinha de maldade, eu quase bati com o carro quando ouvi aquilo, mas continuei – Com certeza Manu você é linda toda perfeitinha dos pezinhos ao cabelo, certo que iria tentar ir bem além contigo...rsrsrs e dei outra risada dessa vez olhando pra ela e com uma cara de tarado já... Nisso ela se virou totalmente pra mim e colocou os pezinhos em cima do meu colo e falo ¬– Léo tu acha meus pezinhos bonitos mesmo, eu respondi acho sim são lindos como você todinha, nisso meu pau deu uma pulsada ela sentiu me olhou mordeu os lábios e ficou com eles ali paradinhos, chegamos no Shopping único lugar mais próximo que achamos um caixa funcionando daí ela falou põe lá em cima que é mais próximo dos caixas, chegando lá haviam uns dez carros no Maximo todos em vagas bem separadas deixei meu carro numa vaga sozinha e descemos meu ainda estava duro e no descer ela percebeu e me deu uma encarada que nossa.entramos no shopping conversando já sobre outro assunto, ela retirou o dinheiro e voltamos para o carro, nisso ouvimos pelo barulho nas telhas que a chuva tinha começado e estava bem forte com trovões e raios, ela falou ai Léo vamos dar um tempo moro de medo de raios e trovões eu sorri e falei brincando qualquer coisa se abrace em mim que ti protejo e caímos na gargalhada...atendi o pedido dela e demos um tempo ali parados, ligamos o radio e ficamos ali até que deu um estrondo e caiu a luz ela acho que no reflexo deu um pulo no meu colo e me abraçou, nossa fiquei louco agarrei ela pela cintura e falei calma Manu aqui no carro estamos protegidos, mas nisso foi impossível controlar minha ereção, ela obvio sentiu e se acomodou mais ainda no meu colo, quando se virou e falou nossa Léo minha maninha esta bem servida de macho eu quase beijando ela falei é mesmo você acha Manu ela fez sim com a cabeça e me deu um beijo, nossa que boquinha gostosa ficamos nos beijando como loucos ela começou a me alisar a cabeça e a rebolar no meu pau já explodindo de tesão me deixando louco e falou – Nossa que saudade de sentir uma pica bem dura assim rosando na minha bundinha, ajeitei meu banco e coloquei o maximo que pude para trás e coloquei ela de frente pra mim e falei, você não imagina como sonhei em ti ter assim e tirei seus lindos peitinhos pra fora da blusinha e mamei bem Gostoso ela ficou louca me apertava e fala me come cunha dão gostoso meti logo esse pau em mim, ajeitei ela no banco e tirei o shortinho e a calcinha de uma vez só e enfiei a cara naquela bucetinha linda bem cheirosinha com pouco pelinhos e muitoooo molhada, chupei muito aquela buceta e com alguma dificuldade devido ao pouco espaço também chupei aquele cuzinho lindo, ela gozou umas duas vezes seguidas na minha boca, eu não agüentava mais me ajeitei no banco e enfiei meu pau nela bem devagarzinho para sentir cada centímetro daquela bucetinha apertadinha de ninfetinha, ela me apertava e dizia soca que quero gozar nele também...soquei mais rápido quando ouvi aquilo, quando senti ela me laçar com as pernas e me apertar dando uns gemidinhos de prazer...e falou já se arrumando de quatro no banco de trás vem e goza na minha bundinha Léo nossa pirei e comecei a socar vara nela, como já estava quase gozando dei umas dez estocadas e enchi o cuzinho dela de leite ficamos encaixados ali alguns minutos ou segundos sei lá, quando caímos em si e falamos quase que ao mesmos tempo, -Temos que ir, nos recompôs e saímos rápido na rua a chuva ainda caia mas com menos força, no meio do caminho fomos como um casal eu dirigindo e ela com a cabecinha deitada no meu ombro me fazendo carinho. Chegamos em casa e subindo as escadas no corredor demos um ultimo beijo e Manu falou – Léo eu adorei confesso que matei uma tara que tinha em sentir a rola do meu cunhado, que minha mana já havia falado que era maravilhosa e comprovei que é mesmo, mas não podemos continuar, eu concordei e falei que também realizei uma fantasia, mas entendia ela. Entramos em casa e minha esposa falou nossa ficamos preocupados, a Manu morre de medo de raios e trovões. Demos risada e a Manu falou – Ainda bem que o Léo estava comigo, ele abrigou o carro numa marquise e esperamos estiar a chuva, teu maridinho cuidou bem de mim e me deu uma piscadinha. Depois desse dia nunca mais fizemos sexo, mas às vezes dou umas encoxadas nela ou ela quando estamos juntos vendo filme e ninguém esta percebendo fica passando aquele pezinho lindo e gostoso no meu caralho que responde na hora sempre!



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