domingo, 3 de maio de 2015

minha bucetinha colada no pau dele

Caxias - Ma,04 de Maio de 2015







Eu sou alta, tenho 1.71, tenho pernas grandes e durinhas(não vou a academia mas, elas já sãassim),sou gordinha mas,considero que tenho um lindo corpo, tenho seios médios e por isso era dificil arrumar namorados, não por eu ser gordinha mas, sim por eu ser muito alta e por este motivo muitos homens mais velhos me olhavam diferente (coisa que eu adorava e adoro até hoje), mas isso mudou quando eu conheci o Leandro, ele tinha um pouco a mais de altura que eu na época e só era um ano mais velho. Eu já estava namorando à uns meses com o Leandro e ele já tentava dar umas pegadinhas na minha bucetinha mas, eu sempre dava uma parada nele pois, ainda não estava pronta pra transar com ele. Eu tinha muita vontade de dar pra ele loucamente e ficar rebolado no cacete dele mas, a insegurança era maior! Um dia eu e ele fomos dar uma passeada na praia, eu estava usando um shortinho que mostrava boa parte da minha perna, e uma blusa com um decotizinho bobo, quando eu cheguei a praia para encontra-lo percebi logo que ele me olhou de cima abaixo e pegou no pau por cima da calça, aquilo me excitou , talvez ele tivesse ficado um pouco empolgado com oque tinha visto... Fui logo abraçando ele e dando um selinho nele, o corpo dele estava quente, talvez fosse o Sol já que estava quente o dia, ele foi logo me puxando pela mão para andar com ele, como estavámos na Ilha de Itaparica e estava no meio do ano , tudo estava bem deserto, a ilha só enchia nas férias e feriados quando as pessoas iam veraniar. Quando eu e ele chegamos no meio da praia ele me parou e me beijou, ele pegou na minha bunda e empurrou encostando minha bucetinha no pau dele que estava duríssimo, fui logo ficando molhadinha com oque estava rolando, ele tirou a mão da minha bunda e eu continuei com minha bucetinha colada no pau dele, ele deu um sorriso e disse: -Aaa safadinha, então você gostou né?! ...  Eu dei um sorriso e ele voltou a me beijar, ele parou um pouco e ficou em silêncio , então ele disse: -Vamos pra um lugar mais distante, fazer isso aqui é meio perigoso. Eu e ele andamos um pouco, as vezes ele pegava na minha bucetinha por cima do short e me dava uns beijinhos no pescoço, eu me arrepiava muito. Chegamos perto de um cais e ele foi logo tirando a camisa, ele me agarrou, eu gostei de sentir o corpo dele quente, ele abriu meu short e tirou, ele se abaixou e deu uns selinhos na minha perna e disse: -Que lindas pernas amor... Ele foi e tirou minha calcinha, ele mandou eu deitar na areia e abri as pernas, eu fiz oque ele mandou e ele foi chupando o meu grelinho, estava uma delicia sentir a lingua dele na minha bucetinha, ele ficou chupando e me masturbando até que eu estava perto de gozar e ele parou, eu reclamei e ele disse: - Não! Gozar agora não. Suporte mais um tempo amor! Ele levantou e me puxou junto, ele ficou me beijando e eu resolvi tomar iniciativa, eu fui descendo e parei em frente ao pau dele que estava estourando na bermuda, fui logo abrindo a bermuda e abaixando, quando me deparei com o pau dele fiquei louca pra gozar naquele pau gostoso, era totalmente como eu gosto grossinho e médio, eu não sabia como chupar então fui masturbando ele, não aguentei de tesão e coloquei a cabecinha na minha boca, fiquei lambendo a cabecinha e ele empurrou minha cabeça pra frente, eu fui colocando mais do pau dele na minha boca, e comecei a chupar, ele gemia gostoso e me chamava de putinha, aquilo estava me enchendo de tesão! Eu parei de chupar e puxei ele pra deitar na areia , ele deitou e perguntou: - Vai rebolar no meu cacete é sua putinha? Eu olhei pra ele com uma cara de safada e respondi: - Não só vou rebolar como vou sentar nesse pau todinho! Fui me ajeitando no pau dele e quando encaixou comecei a subir e descer, eu gemia alto de tesão, eu comecei a rebolar no cacete dele... - Ahhh que delícia! Que pau gostoso! Ele me colocou por baixo e disse: - Você agora vai gozar, minha gostosa! Ele começou a socar o pau dele bem forte, eu continuava gemendo bem gostoso, eu apertava meu peito enquanto ele socava, eu senti que ia gozar e disse: - Vai caralho! Mete , mete gostoso! Ele aumentou a velocidade e começou a meter mais forte, meus gemidos foram aumentando até que eu gozei gostoso no pau dele. Ele levantou e mandou eu dar uma chupada, eu fui logo chupando bem forte, não demorou muito e ele gozou na minha boca fazendo eu engolir o leitinho dele todo. Eu e ele nos vestimos e nos beijamos mais um pouco, voltamos ao ponto que nos encontramos e ele disse: -Adorei comer sua bucetinha gostosa! Eu sorri e disse: - Também adorei chupar seu cacete! Eu fui pra casa, e fiquei pensando na tarde prazerosa que tive o resto do dia, chegando a madrugada bati uma siririca gostosa pensando no cacete do meu namorado e fui dormir totalmente saciada.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Depois de comer meu Priquito ele inundou meu cu com muita porra

Caxias - Ma,29. Abril 2015





Mesmo grávida dei para o primo do meu marido  Olá, meu nome é Kris, tenho, 25 anos. O que vou narrar aqui aconteceu há pouco mais de 8 meses. Sou casada há 3 anos. Meu esposo tem  23 anos. Um lindo moreno de olhos negros, cabelos negros, 1,77m, 73 kg. Nessa época do fato eu estava grávida de 5 meses, fruto de uma traição com o irmão do meu maridinho.  Era uma tarde de sábado, estava sozinha em casa já que Jelson (meu marido) estava trabalhando. Nosso relacionamento estava passando por problemas, brigávamos constantemente e há vários dias não fazíamos sexo. Ele estava dormindo no outro quarto da casa.  Estava vendo TV quando alguém bate no portão. Saio para atender e me deparo com o Edvaldo, um dos primos do meu marido.  Um rapaz muito simpático, 22 anos  moreno e bem peludinho sempre  me  tratou com respeito apesar de certa vez ter o flagrado cheirando uma de minhas calcinhas (fato que nunca comentei com ninguém), algumas vezes o via olhando para as minhas pernas, principalmente quando vestia uma mini saia.  Ele disse que precisava falar com o meu marido.   Falei que Jelson estava trabalhando e só chegaria por volta das 22h00.  Por educação pedi para ele entrar, até porque não vi nenhum problema,  afinal ele é da família. Sentou no sofá e me pediu água, fui até a cozinha.  Na volta ele me fez vários elogios, tipo: “que eu estava uma grávida linda, continuava ainda mais sensual  etc”. E que tinha a maior vontade de transar com uma mulher grávida.  Achei estranho aquele comentário e apenas esbocei um tímido sorriso. Ele olhou pra mim e deu um sorrisinho sacana, mas não disse mais nada.   Pediu para ver a minha barriga que está estava um pouco saliente, perguntou se já sabia o sexo do bebê e foi puxando conversas.  Ficamos conversando e vendo TV, em dado momento me levanto e vou até o banheiro, quando volto ele também pediu para ir, porém ao passar  por trás encostou seu pau completamente duro na minha bunda e disse em meu ouvido:  “Você grávida esta ainda mais 
gostosa”. Encaixou seu pau no reguinho de minha bunda, suas mãos acariciavam meus seios e beijava meu pescoço. Não sei o que deu em mim, pois não resisti aquelas investidas, acho que por está há vários dias sem sexo contribuiu, pois estava muito excitada.  Depois de certo tempo naquela esfregação virei a de frente para ele e nos beijamos, sua língua explorava minha boca enquanto suas mãos  explorava minha boceta  encharcada de tesão. Ainda abraçada com ele fomos para o meu quarto, tirou minha saia e blusa. Fiquei só de calcinha, deitou-me na cama de costa, e caí de boca na buceta molhada.  Eu gemia e me contorcia a cada carícia. Depois chupou meus seios explorou cada um deles com muita vontade, eles estavam durinhos que parecia que ia explodir, ele gemia baixinho e dizia palavras que não conseguia entender. Ele  abriu minhas pernas e enfiou seu pau na minha  bucetinha  úmida bem devagarzinho até entrar tudo. Seu pau não era muito grande, um pouco maior do que o de Jelson, porém muito grosso.  Apesar de estar muito molhada doeu bastante, estava me rasgando por dentro. Aos poucos ele foi aumentando os movimentos e já fudia desesperadamente, enquanto eu gemia de tesão. Colocou-me de quatro e novamente castigou minha bucetinha. Enquanto metia na minha xoxota aproveitava os líquidos da  buceta, molhava o dedo e enfiava no meu cuzinho, eu rebolava cada vez mais em seu casete. Tirou seu pau da  buceta, e encostou no meu cuzinho, mas eu não permiti, não estava acostumada a levar no cu, o meu marido nunca havia tentado. Mas ele insistiu e encostou a cabeça no buraquinho e fui forçando a entrada.  Gritei e mandei ele parar.  Voltou a meter na minha buceta com estocadas bem fortes até eu sentir uns jatos quentes. Gozei na mesma hora 
em seu pau.  Ele me abraçou bem forte, me chamou de putinha gostosa. Ficamos abraçados por alguns minutos sem falarmos nada.  Ele voltou a chupar meus peitos, parecia um bebê quando está com muita fome.   Mandou-me ficar de quatro e foi passando seu pau na entrada do meu cu. Foi forçando aos pouco, eu reclamava da dor, pedia para ele parar, pois eu não suportaria. Mas ele não deu importância, estava louco de tesão e empurrou.   Quando passou a cabeça eu soltei um grito enorme que foi abafado com uma de suas mãos na minha boca.  Empurrou até eu sentir as bolas encostarem-se à  bunda.  Com movimentos curtos de vaivém ele ia “massacrando” meu cuzinho. Foi aumentado  os movimentos e num êxtase sem igual inundou meu cu com muita porra.  Após o gozo ele cai sobre mim, abraça-me e diz: “há muito tempo venho sonhando com esse momento”. O que fizemos foi errado, seu primo não merecem isto. Mas  não me arrependo do que fiz – disse a ele. isto é muito arriscado. Levantamos, fomos ao banheiro  tomamos um banho. Despedimo-nos e ele foi pra casa feliz da vida. Depois do acontecido sempre que nos encontramos ele finge que nada aconteceu. Eu gostei e espero outra oportunidade pra dar a ele novamente.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Perguntei a ele se seu pau finalmente estava dentro da minha buceta

Caxias - Ma, 21 de Abril de 2015


































































muitas mulheres pagam para contar sua vida ao analista. decidi economizar meu dinheiro, contando para vocês. mas não tenham muitas esperanças de aventuras mirabolantes e fantasias imaginativas ou originais. minha vida sexual é normal, como a de praticamente todas as outras mulheres do brasil. só dei para um homem de cada vez, nunca dei o cu, não engulo esperma, raramente dou para mais de dois homens na mesma noite, sempre um de cada vez e sem saber que o outro me comeu. em suma, sou extremamente conservadora e recatada. comecei a dar tarde, já com vinte e dois anos, porque era católica, e minha religião de então proibia sexo antes do casamento. entretanto, comecei a trabalhar como auxiliar de enfermagem em um hospital de minha cidade, cujo nome omitirei por razões óbvias. neste hospital, havia um médico japonês que se sentiu fortemente atraído por mim. o tal médico enviava-me flores com frequência, deixava recado para mim e tanto fez que resolvi sair com ele, como namorados. naquela época, nem pensava em dar. mas o tempo foi passando, já estávamos namorando há um ano, e minhas convicções começaram a se enfraquecer. um dia fui ao apartamento do médico, que eu considerava como sendo namorado, mas que só queria me comer. na primeira tentativa, doeu muito, e tivemos de desistir da penetração. ele, porém, foi muito paciente, e continuou se esforçando para tirar meu cabaço durante dois meses. foi uma experiência desgastante. as vezes eu pensava que o pau do japonês tinha entrado, mas quando perguntava a ele, recebia um não como resposta. um dia, porém, quando ele tentou mais uma vez enfiar o penis em minha vagina, senti uma dor aguda na parte baixa do ventre. depois de tantas tentativas frustradas, duvidei que daquela vez o pinto tinha entrado. mesmo assim, perguntei a ele se seu pau finalmente estava dentro da minha boceta. ele riu muito, e disse que sim, minha virgindade tinha sido rompida. pois é, caros leitores, levei dois meses para perder a cabaço. depois da perda do cabaço, o japonês me comeu todos os dias, durante um ano! todavia, após seis meses de muita meteção, já estava convencida de que o japonês não queria casar-se comigo. além disso, minhas amigas diziam que pau de japonês é pequeno, e fiquei curiosa em saber como seria dar para alguém de pinto grande. tinha também curiosidade em conhecer sexualmente rapazes de minha idade, já que o japonês era bem mais velho do que eu. claro que, se ele quisesse casar-se comigo, isso não seria problema, e eu teria permanecido fiel a ele. mas como ele claramente só queria meter, não senti nenhum peso de consciência em dar para outro. um dia estava na fila do banco, o antigo banespa, quando um funcionário disse que achava minha bunda muito bonita, arrebitadinha. perguntou quanto eu cobrava para um programa. respondi que não era puta, mas auxiliar de enfermagem. ele foi muito galante, disse que eu era tão linda que pensou tratar-se de uma garota de programa; ademais, ele me via frequentemente entrar na casa do japonês velho e rico, e concluiu que certamente tratava-se de uma puta. agradeci os elogios, e disse que, longe disso, era uma moça recatada e moralista, dando só para o japonês. como o bancário foi educado e elogiou minha beleza, resolvi sair com ele, ir a um bar, coisas assim. quando me levou para casa, ele tirou meus seios para fora, em plena rua. era muito tarde e, felizmente, ninguém viu. no encontro seguinte, sabia que ele ia me comer. afinal, o que mais poderia esperar depois do incidente dos seios? nesta segunda vez, o encontro foi no carro. ele estacionou em uma praça, novamente tirou meus seios para fora, passava as mãos em minhas coxas, mamava nos meus seios, beijava-me na boca e no pescoço, o que me deixava arrepiadinha. quando ele viu que eu não oferecia nenhuma resistência, ligou o motor do automóvel e disse que iria procurar um lugar mais tranquilo para me comer. parou perto de um pequeno zoológico que existe nesta cidadezinha do interior de são paulo e começou a se preparar. deitou meu banco de passageiros para trás, levantou minha minisaia, e puxou minha calcinha para o lado, de modo a descobrir minha boceta. examinou-a detalhadamente, e começou a meter, ajoelhado diante de mim, que permanecia sentada. com ainda estava de calcinha, tendo apenas afastado a parte do tecido que fica sobre a boceta para descobrir o buraco de meter, o pano pressionava o pinto do jovem, o que lhe parecia dar grande prazer. ele dizia que, assim, minha boceta parecia mais apertada. disse-lhe que era apertada mesmo, pois estava dando faz apenas seis meses, e para um japonês. como o funcionário do banespa não era muito alto, conseguia meter e chupar meus seios ao mesmo tempo. isto até que era gostoso, mas marcos, este é seu nome, gosta de olhar o pau entrando na boceta. para conseguir isto, ele tinha que manter seu corpo afastado do meu, o que não me agradava muito, pois gosto de sentir o contato de pele com pele. mesmo assim, continuei dando para ele por mais alguns meses. o japonês também continuava me comendo praticamente todos os dias, pelo menos até completar um ano que tirou meu cabaço. havia dias que tinha de dar para os dois. um dia marcos me comeu três vezes; afinal, ele era jovem e forte. saí da casa dele tarde e, como não havia mais ônibus, tive de ir andando, a pé. não queria que marcos me levasse de carro, para que os vizinhos não desconfiassem. neste dia, saí apressadamente, sem tomar banho, na vã esperança de pegar o último ônibus. estava toda pegajosa, e tinha impressão de sentir o esperma escorrendo pelas pernas. quando passei pela praça da república, onde morava o japonês e mora até hoje, notei que ele havia ficado esperando-me durante todo o tempo em que estive com marcos. não houve solução. tive de dar para ele. como era pobre e queria estudar, mudei-me para uma cidade vizinha, onde consegui uma bolsa na faculdade de enfermagem. não foi difícil conseguir a bolsa. tive de mostrar minha boceta para algumas pessoas influentes, mas não passou disso. não exigiram comer-me, talvez por respeito ao japonês. marcos continuava me visitando na república onde morava. geralmente, durantes esta época, ele começava a comer-me na sala da república. eu vestia uma camiseta larga e longa, ficava sem calcinha, e sentava-me no colo dele. então, ele enfiava o cacete na minha vagina, e ficava me beijando e acariciando-me, sempre mantendo o pau dentro. as minhas colegas de república passavam pela sala, mas se notavam alguma coisa, nada diziam. quando minha companheira de quarto saia para se encontrar com seu namorado, íamos para a cama, onde ele acabava de me comer. deitava-me de costas, vinha para cima de mim, apoiando-se nos braços esticados, de modo a manter o torso longe do meu, e poder ver o pau entrando na boceta. como disse antes, ele tinha esta estranha preferência. no próximo capítulo, contarei minha vida depois de formada.