terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fui enfiando o pau dele devagar até sumir no Meu Cú

Caxias  -  Ma, 22 de Novembro de 2011


(Valentina) tem 27 anos, branquinha, cabelos pretos, seios pequenos e duros, com um piercing no mamilo, uma bunda linda e coxas grossas. Quase sempre depila a boceta pra se sentir tarada e me deixar tarado também.
Eu, que não vou dizer meu nome,  tenho 35, sou magro, branco, cabelos pretos, e tenho um pau entre médio e grande. A maior vantagem é que meu pau não é muito grosso e é ideal para fazer sexo anal.
Ela adora dar a bundinha e quase sempre eu a como.
Começo fudendo sua boceta linda e depilada de ladinho, e logo depois enfio meu pau já bem duro no seu cu, já devidamente lubrificado depois de lambê-lo bastante, enfiar dois, três dedos e deixá-la louquinha. Enquanto como seu cuzinho ela me pede e eu enfio um consolo de 20 cm por 6 de diâmetro na sua boceta. Ela goza como uma louca, muito forte e muito intensamente, até cair de lado, exausta.
 Algumas vezes peço pra ela sentar-se nesse consolo, bem mais grosso que meu pau, pra abrir mais seu cuzinho ou sua bucetinha, antes de eu meter. Ela fica tão tarada enquanto enterra esse pau enorme no cu e chupa meu pau ao mesmo tempo, que adora quando eu proponho, durante a nossa transa, coisas mais ousadas.
Peço pra ela imaginar um pau no seu cu, outro na sua boceta e uma bocetinha linda e depilada na sua boca; dois paus na sua boceta ao mesmo tempo (fantasia dela); ela chupando o cuzinho de uma menina enquanto fodo ela de quatro, tirando da buceta e pondo no seu cu, tirando do seu cu e pondo na sua boceta. Já fizemos isso uma vez e foi maravilhoso.
Ela é bi, já havia tido algumas experiências com outras meninas, mas nunca a três.
Quando finalmente chamamos uma garota de programa, adoramos!
Principalmente ela, que ficou com dor na língua de tanto comer, chupar, beijar, lamber a boceta da menina.. Queríamos experimentar fazer sexo com mais um homem (ela estava louca pra fazer uma dupla penetração de verdade e eu para vê-la gozando com dois paus dentro dela), com mais um casal e com várias pessoas ao mesmo tempo.
O ideal, nesse caso, é que fosse sempre um número ímpar: cinco, sete, nove... de tal maneira que rolasse sexo bi (entre elas ou entre eles). Minha fantasia era chupar sua boceta e seu cuzinho enquanto ela era penetrada e depois chupar o pau que a comia e deixá-lo gozar na minha boquinha. Sentir aquele gosto de porra e boceta ao mesmo tempo.
Ela queria ser comida e depois queria que gozássemos juntos nos seus peitinhos.
Outra fantasia dela era dar o cuzinho de quatro, pra nós dois, que a comeríamos alternando: um pouco um, um pouco outro, e gozaríamos os dois no seu cu, que ficaria todo ensopado de porra.
Enfim realizamos essa fantasia.
Conheci um menino, bi, num chat de uma casa de swing e trocamos algumas fotos. Ele propôs que nos encontrássemos, saíssemos, bebêssemos algo e se rolasse afinidade... Conversamos nós dois e achamos meio constrangedor isso, essa função toda. Melhor seria já nos encontrarmos num motel, já meio altinhos pelo vinho que estávamos bebendo para dar coragem, e aí as coisas rolariam mais naturalmente. Ele perguntou se eu curtia ficar com ele e eu disse que nunca havia ficado, mas que tinha certa curiosidade em experimentar. Se na hora eu me animasse, sentisse atração até poderia rolar, sem problemas.
Ele era um moreno claro, musculoso, de uns 25 anos, depilado, com um pau um pouco menor que o meu, mas mais grosso. Tinha uma bundinha bem bonita que só de olhar já deixou minha namorada bem excitada.
Ele sugeriu então levar mais um amigo na transa. Confesso que ficamos receosos. Logo na primeira, três homens... ela ponderou.
 Mas os dois estavam tão tarados que, numa loucura, dissemos que sim. OK. Mas só se faria o que ela quisesse e como quisesse.
Combinado o local, eles nos esperariam no quarto, já “prontos” e nós chegaríamos em pouco tempo. A Val tomou um banho, se arrumou, pôs uma saia curtinha, sem calcinha, uma blusa transparente que deixava seus lindos seios à mostra e uma sandália de salto alto.
Linda assim e disposta para o crime chegamos lá. Os dois já estavam se curtindo, o que nós deixou entre acanhados e excitados. O outro menino deveria ter uns 18 ou 19 anos, era bi, branquinho como nós, de cabelos pretos e encaracolados. Eles tiraram nossas roupas e começamos uns amassos onde não dava pra saber onde começava um corpo e terminava o outro.
 Ela então se agachou, pediu que os três ficássemos em volta dela, de pé, e foi chupando o pau de cada um.. Era uma delícia vê-la louquinha pegando um pau e largando o outro, alternando chupadas, lambidas...
Enquanto batia punheta para dois, chupava o terceiro. Nunca a vi tão putinha e tão desinibida.
Para minha surpresa e tesão, falou que queria dar o cu pros três naquele momento. Não agüentava mais de excitação. Pus ela de quatro, passei uma venda nos seus olhos com a fronha do travesseiro e sussurrei no seu ouvido que queria que ela adivinhasse, só pelo tamanho, pela grossura, pela forma de fudê-la, de qual de nós era o pau que entraria nela.
Ela tremeu de tesão..
Dei umas lambidas no cuzinho dela, passei bastante gel, e trouxe o primeiro rapaz pra perto dela. Ele se pôs atrás, com o pau já duríssimo apontando para aquela bunda arrebitada.
Eu dei umas chupadinhas no seu pau, deixei-o mais molhado e com minha mão direita apontei a cabeça daquele pau a ponto de explodir de duro pro cu dela.
Fui enfiando o pau dele devagar até sumir na sua bundinha. Ele meteu no cu dela por uns três, quatro minutos. Não agüentando só olhar, pedi que ele saísse e meti um pouco também. Enfiava meu pau inteiro e tirava ele inteiro também enquanto ela gemia e pedia pra comê-la mais.
Rapidamente, puxei o outro menino que olhava tudo de um sofá, se masturbando com aquela cena deliciosa, e pedi, no seu ouvido, pra ele comê-la bem forte.
Ficamos os três nos revezando por uma meia hora, quarenta minutos naquele cuzinho enquanto ela, ainda vendada, se masturbava.
Ela já havia gozado várias vezes, gemido, gritado, xingado, urrado de prazer, até que cada um, não agüentando mais, começou a esporrar naquele cu delicioso.
Quando ela finalmente se levantou, pode sentir a porra dos três escorrendo por suas coxas. Havia tanta porra que descia até suas canelas. Seu cu estava bem aberto e ela extasiada de tanto gozar. Um dos garotos agachou-se atrás dela, abriu sua bundinha e, com a língua, deixou aquele cu limpinho, bebendo todo o nosso gozo, lambendo desde os seus pezinhos até a dobrinha da sua bunda, toda lambuzada de porra.
Diante daquela cena, nós dois subimos na cama e ficamos com os paus na altura dos peitinhos dela.
Ele me masturbou e eu o masturbei até gozarmos naqueles seios lindos.
Minha mulher ficou satisfeitíssima. Adorou a experiência e a partir daí, de vez em quando repetimos esta festinha.
Acredito que qualquer um pode fazer também tudo isso. É só ter coragem e se soltar.


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