quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dela

Caxias - Ma, 30 de Novembro de 2011


trabalhando em uma produtora de vídeo, gravando uma campanha política, sempre é necessário passar por situações inusitadas, por exemplo, cobrir um café da manhã com pastores evangélicos, em que o candidato majoritário recebe a benção(?) dos pastores presentes.
em um desses cafés da manhã vi ajudando nos preparos das mesas uma bela ninfetinha, uma das bundas mais perfeitas que já vi na minha vida, redondinha, sob uma calça colada, tinhas peitinhos pequenos, mas era muito linda. moreninha, por volta de 1,60m 44kl aproximadamente, um tesãozinho mesmo.
após a gravação, ela veio conversar comigo, disse que ninguém gostava dela, que se achava feia e coisas do tipo, tive que dizer que ela é linda, que os garotos não gostavam dela por serem idiotas.
neste mesmo dia, seria complicado qualquer tipo de aproximação maior, portanto, trocamos telefone e no dia seguinte, que estaria de folga liguei e marcamos de sair. na verdade não era bem sair, e sim, aproveitar que o pai dela trabalharia o dia todo para podermos ficar juntos e “nos conhecermos melhor”.
menina novinha, tem que ter muita calma para não assustar, então nesse dia e em mais três semanas ficamos apenas em beijos e abraços, e sempre muito bom, aquele beijo macio que só as virgens tem, que inclusive já relatei nos contos anteriores.
eis que em mais um dia de folga eu disse q daríamos uma volta, já tinha preparado as coisas em casa, sabia que não haveria ninguém, portanto ela poderia gemer muito, trouxe-a para cá, sempre com muita calma, fomos nos beijando, e depois do quarto beijo comecei a tiras as peças de sua roupa, isso muito lentamente, cada beijo era uma peça, ela fazia o mesmo, tirando minha roupa aos poucos.
quando percebemos estávamos os dois completamente nus, deitados de lado, um de frente para o outro, eu bolinando-a e ela sem muita experiência acariciando minha pica, que em poucos minutos estaria completamente enterrado dentro daquela chaninha linda e cheirosa.
ficamos assim por cerca de dez minutos, quando eu a deitei com a barriga para cima e lentamente fui descendo, beijando sua orelha, beijando e lambendo seu pescoço, descendo mais um pouco e sugando seus pequenos seios com muito carinho, beijava primeiro um enquanto apalpava e apertava o outro, em seguida trocando, chupando o outro e apertando o primeiro, e continuei descendo, precisa sentir o sabor daquele suquinho maravilhoso e doce que tinha naquela rachinha, e foi o que fiz lambia muito aquela chaninha fechadinha, com poucos pelos, lambia e brincava com seu clitóris, ela só me pedia q não parasse, que estava muito bom.
quando percebi que já estava bem preparada fui subindo carinhosamente beijando-a cada milímetro daquele corpinho perfeito, dei-lhe um beijo na boca e pedi que ficasse apenas me beijando, que ela iria adorar aquilo que estava para acontecer. ela me pediu apenas que fosse com cuidado pois nunca tinha feito, coisa que eu já sabia no primeiro dia que havíamos nos beijado, prometi que tomaria cuidado, e assim o fiz.
apontei meus 17,5cm na entradinha da sua chaninha e fiquei brincando com ela, sem enfiar ele todo, apenas com a cabecinha dentro, para deixá-la com mais vontade, não agüentando mais ela disse “para com isso, coloca tudo, por favor” e foi o que fiz, lentamente fui colocando quando eu senti seu hímem dei uma pequena pausa, comecei a beijá-la e forcei a entrada com força mas ao mesmo tempo de forma muito carinhosa.
mesmo com todo o carinho que fazíamos ela urrou de dor, gritou muito, pedindo para que eu parasse, eu buscava acalmá-la com beijinhos e aos poucos ela foi sentindo mais confiança e voltei a colocar de forma bem lenta, para poder sentir perfeitamente cada milímetro daquela até então grutinha inexplorada, bombava lentamente, dando de vez em quando uma bombada mais rápida, sempre ao mesmo tempo que a beijava e enfiava minha rola na sua chaninha eu apertava aquela bundinha deliciosa.
cada enfiada que eu dava era um beijo gostoso que ela me dava, ela pedia que fizesse sempre gostoso daquele jeito que ela seria minha para sempre. eu respondia que seriamos um do outro eternamente e que ela teria sempre prazer enquanto me desse prazer. ficamos nisso por uns 10 minutos, quando eu percebi que estava prestes a gosar, pedi que ficasse de quatro, ensinei a ela como fazer, vendo aquela bundinha linda toda a minha disposição, dei uma mordida bem gostosa em cada uma de suas nádegas, me levantei um pouco e enfiei meu pau todo na sua rachinha maravilhosa.
algumas poucas bombadas e eu tirei de sua chaninha e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho, ela assustou, porque suas amigas sempre diziam que doía mais, eu a acalmei dizendo que não iria colocar tudo, e não coloquei mesmo, empurrei a cabeça para dentro do seu cuzinho, dei uma brincadinha tirando e colocando e gosei, gosei muito no cuzinho dela, sentindo minha porra inundando seu anus ela deitou me puxou para sue lado e disse “eu te amo, obrigado por me dar a tarde mais perfeita de minha vida” descansamos alguns minutos e comecei tudo de novo. gosei 4 vezes praticamente seguidas nesse dia, mas com receio de engravidar uma menina tão nova não gosei nenhuma vez na bucetinha dela. ficamos juntos por quatro meses e meio, comigo ela aprendeu a chupar, e como chupava gostoso, deu seu cuzinho para mim várias vezes. era muito bom quando eu ia para casa dela e na frente de sua casa nos trepávamos no carro, ela fazia tudo que eu queria, por isso, mesmo não estando juntos mais, nos amamos, e sempre que é possível marcamos de sair para podermos matar a saudade.
espero que gostem desse também vi que o outro conto entrou no top10 de melhor nota, e de maior número de votos. a garota virgem que estava saindo e que comentei no conto “foi levada ao abate” percebeu que eu só queria comer ela e não quis mais sair comigo, uma pena, seria outra bela historia.


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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ele colocou-me de quatro começou a lamber meu cuzinho


Caxias - Ma, 23 de Novembro de 2011

Estava a quase um mês sem meter, imaginando onde poderia encontrar alguém para apagar aquele meu fogo todo, lembrei de uma estória que minha irmã me contara.
estávamos em um barzinho quando chegou um rapaz 1,85 de altura loiro olhos verdes e muito forte, ela me disse que saiu algumas vezes com ele, perguntei mas não es noiva ela falou que sim mas o cara metia bem demais que o conheceu antes de ficar noiva e meter com ele ela não abria mão perguntei porque respondeu-me que ele tinha uma rola de bom tamanho aproximadamente 18 cm mas bem grossa que ele metia horas sem gozar que ele acabava com ele e perguntei onde ela o conheceu ela me falou que foi numa boate a qual ele freqüentava direto.
resolvi arriscar ir a essa boate para ver se o encontrava, botei uma calcinha minúscula enterrada no rabo e um vestido tubinho grudado no corpo bem curtinho quase dando para ver minha bunda, pedi a meu pai para me levar e marquei o horário para me buscar a 5:30.
chegando lá todo mundo me cantava alguns ate passavam a mão em mim mas eu não queria nada com eles fui para dar para uma determinada pessoa e não iria desistir.
por volta da meia noite vi ele chegar e já fui logo abordando sentamos em uma mesa e papo vai papo vem chamei-o para fora e saímos para nadar nas redondezas quando passávamos opor uma rua escura ao lado de uma igreja falei que ali estava bom para o que eu queria ele deu uma risadinha encostou ne um muro abriu as pernas e eu entrei pelo meio e começamos a nos beijar logo senti que sua rola estava dura ele ergueu meu vestidinho deixando minha bunda a mostra chegou a calcinha para o lado e começou a enfiar o suas dedos grossos em minha boceta, tira da boceta e enfiava no cu em cima mamava em meu peitinhos eu tirei o mastro dele para fora e comecei a punhetalo mal conseguia segura-lo tamanha era sua grossura aquilo foi me dando um tesão que logo gozei em sua mão.
mas o que eu queria mesmo era entrar naquela rola maravilhosa senti-la toda dentro de mim ele me disse que minha boceta estava no ponto que ele queria ensopada me ergueu em sue colo e foi tentando colocar dentro de mim mas estava meio difícil pela grossura mas eu fui relaxando e rebolando na em sua rolona e logo entrou a cabeçona foi deslizado para dentro de mim me preenchendo toda meio dolorido no começo mas isso so aumentava meu tesão ele começou a me erguer e abaixar em cima de sua rola me beijava chupava meu pescoço aquilo era uma maravilha num so movimento ele me tirou de cima dela e eu perguntei o que ouve ele disse que estava vindo um carro da policia me recompus eles passaram olhando para nos vagarosamente ele falou que teríamos que arrumar outro lugar teve uma idéia pularmos o muro da igreja e terminarmos la dentro o que estávamos fazendo com sua ajuda logo estávamos do outro lado do muro no pátio de uma igreja estava tudo escuro ao nosso lado um monte de areia.
ele me ergueu novamente colocou tudo dentro de mim e voltou a me foder gostosamente eu rebolava em sua rola ele dava forte estocas isso me enchia de tesão fudendo dentro de uma igreja em ele em pe e me erguendo e me abaixando em sua picona lambi seu ouvido e falei que estava quase gozando para aumentar o ritmo que queria gozar junto com ele e nem deu outra ele me fodia rapidamente e fortemente logo começamos a gozar juntinhos eu gemia de um lado ele do outro sentia jatos de porra inundando minha vagina ele deixou ela atolada em mim e me deu um longo beijo colocou-me no chão sentia sua porra escorrer pelas minhas pernas .
falou para eu ajoelhar para rezar pois estávamos em uma igreja ajoelhei e ele logo levou sua enorme rola lambuzada de porra e meu liquido vaginal em direção a minha boca ainda meia mole comecei a mamar sentindo aquele gosto de porra mal cabia em minha boca queria coloca-la inteira em minha boca mas era muito grossa e grande e não cabia.
logo estava dura como asso ele tirou a camisa jogou sobre o monte de areia mandou-me deita com as pernas abertas entrou pelo meio e meteu soa vara ate o talo entrava e saia ficou ali por um bom tempo, depois de ladinho beijando minha boca, ela passou para baixo de mim colocou a rola apontando para o céu e eu montei como se monta em um cavalo e galopava galopava logo gozei novamente e ele só observando mandou-me chupar novamente chupei muito depois ele que me chupou falava que adorava um liquido vaginal depois um 69 básico.
colocou-me de quatro começou a lamber meu cuzinho a enfiar o dedo e eu ali morta de tesão imaginando se iria agüentar uma rola tão grossa daquele tamanho já tinha provado mas daquela grossura não, ele deu uma cuspida em meu cu e começou a forçar a entrada depois de um tempo entro a cabeça e logo o resto ardia muito mas estava muito gostoso e ele metia forte o que me deixava mais dolorida ainda ele ficou ali por um com tempo logo tive outro orgasmo e ele ali me fodendo de quatro como uma cadela legou a mão em minha boca eu comecei a chupar seus dedos aumentou o ritmo das estocadas em meu cu puxou meu cabelo e começou a gemer e gozar enchendo meu cu de porra e falava em meu ouvido putinha safada cadela vadia .
falei que tínhamos que ira pois já tinham passado mais de 4 horas que saímos da boate e tinha marcado horário para meu pai me buscar.
foi muito bom espero te encontrar novamente, me recompus pulamos o muro e cada um foi para o seu lado.
isso que e garanhão meter durantes horas sem parar.....

Fonte: http://www.contosonline.com.br

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fui enfiando o pau dele devagar até sumir no Meu Cú

Caxias  -  Ma, 22 de Novembro de 2011


(Valentina) tem 27 anos, branquinha, cabelos pretos, seios pequenos e duros, com um piercing no mamilo, uma bunda linda e coxas grossas. Quase sempre depila a boceta pra se sentir tarada e me deixar tarado também.
Eu, que não vou dizer meu nome,  tenho 35, sou magro, branco, cabelos pretos, e tenho um pau entre médio e grande. A maior vantagem é que meu pau não é muito grosso e é ideal para fazer sexo anal.
Ela adora dar a bundinha e quase sempre eu a como.
Começo fudendo sua boceta linda e depilada de ladinho, e logo depois enfio meu pau já bem duro no seu cu, já devidamente lubrificado depois de lambê-lo bastante, enfiar dois, três dedos e deixá-la louquinha. Enquanto como seu cuzinho ela me pede e eu enfio um consolo de 20 cm por 6 de diâmetro na sua boceta. Ela goza como uma louca, muito forte e muito intensamente, até cair de lado, exausta.
 Algumas vezes peço pra ela sentar-se nesse consolo, bem mais grosso que meu pau, pra abrir mais seu cuzinho ou sua bucetinha, antes de eu meter. Ela fica tão tarada enquanto enterra esse pau enorme no cu e chupa meu pau ao mesmo tempo, que adora quando eu proponho, durante a nossa transa, coisas mais ousadas.
Peço pra ela imaginar um pau no seu cu, outro na sua boceta e uma bocetinha linda e depilada na sua boca; dois paus na sua boceta ao mesmo tempo (fantasia dela); ela chupando o cuzinho de uma menina enquanto fodo ela de quatro, tirando da buceta e pondo no seu cu, tirando do seu cu e pondo na sua boceta. Já fizemos isso uma vez e foi maravilhoso.
Ela é bi, já havia tido algumas experiências com outras meninas, mas nunca a três.
Quando finalmente chamamos uma garota de programa, adoramos!
Principalmente ela, que ficou com dor na língua de tanto comer, chupar, beijar, lamber a boceta da menina.. Queríamos experimentar fazer sexo com mais um homem (ela estava louca pra fazer uma dupla penetração de verdade e eu para vê-la gozando com dois paus dentro dela), com mais um casal e com várias pessoas ao mesmo tempo.
O ideal, nesse caso, é que fosse sempre um número ímpar: cinco, sete, nove... de tal maneira que rolasse sexo bi (entre elas ou entre eles). Minha fantasia era chupar sua boceta e seu cuzinho enquanto ela era penetrada e depois chupar o pau que a comia e deixá-lo gozar na minha boquinha. Sentir aquele gosto de porra e boceta ao mesmo tempo.
Ela queria ser comida e depois queria que gozássemos juntos nos seus peitinhos.
Outra fantasia dela era dar o cuzinho de quatro, pra nós dois, que a comeríamos alternando: um pouco um, um pouco outro, e gozaríamos os dois no seu cu, que ficaria todo ensopado de porra.
Enfim realizamos essa fantasia.
Conheci um menino, bi, num chat de uma casa de swing e trocamos algumas fotos. Ele propôs que nos encontrássemos, saíssemos, bebêssemos algo e se rolasse afinidade... Conversamos nós dois e achamos meio constrangedor isso, essa função toda. Melhor seria já nos encontrarmos num motel, já meio altinhos pelo vinho que estávamos bebendo para dar coragem, e aí as coisas rolariam mais naturalmente. Ele perguntou se eu curtia ficar com ele e eu disse que nunca havia ficado, mas que tinha certa curiosidade em experimentar. Se na hora eu me animasse, sentisse atração até poderia rolar, sem problemas.
Ele era um moreno claro, musculoso, de uns 25 anos, depilado, com um pau um pouco menor que o meu, mas mais grosso. Tinha uma bundinha bem bonita que só de olhar já deixou minha namorada bem excitada.
Ele sugeriu então levar mais um amigo na transa. Confesso que ficamos receosos. Logo na primeira, três homens... ela ponderou.
 Mas os dois estavam tão tarados que, numa loucura, dissemos que sim. OK. Mas só se faria o que ela quisesse e como quisesse.
Combinado o local, eles nos esperariam no quarto, já “prontos” e nós chegaríamos em pouco tempo. A Val tomou um banho, se arrumou, pôs uma saia curtinha, sem calcinha, uma blusa transparente que deixava seus lindos seios à mostra e uma sandália de salto alto.
Linda assim e disposta para o crime chegamos lá. Os dois já estavam se curtindo, o que nós deixou entre acanhados e excitados. O outro menino deveria ter uns 18 ou 19 anos, era bi, branquinho como nós, de cabelos pretos e encaracolados. Eles tiraram nossas roupas e começamos uns amassos onde não dava pra saber onde começava um corpo e terminava o outro.
 Ela então se agachou, pediu que os três ficássemos em volta dela, de pé, e foi chupando o pau de cada um.. Era uma delícia vê-la louquinha pegando um pau e largando o outro, alternando chupadas, lambidas...
Enquanto batia punheta para dois, chupava o terceiro. Nunca a vi tão putinha e tão desinibida.
Para minha surpresa e tesão, falou que queria dar o cu pros três naquele momento. Não agüentava mais de excitação. Pus ela de quatro, passei uma venda nos seus olhos com a fronha do travesseiro e sussurrei no seu ouvido que queria que ela adivinhasse, só pelo tamanho, pela grossura, pela forma de fudê-la, de qual de nós era o pau que entraria nela.
Ela tremeu de tesão..
Dei umas lambidas no cuzinho dela, passei bastante gel, e trouxe o primeiro rapaz pra perto dela. Ele se pôs atrás, com o pau já duríssimo apontando para aquela bunda arrebitada.
Eu dei umas chupadinhas no seu pau, deixei-o mais molhado e com minha mão direita apontei a cabeça daquele pau a ponto de explodir de duro pro cu dela.
Fui enfiando o pau dele devagar até sumir na sua bundinha. Ele meteu no cu dela por uns três, quatro minutos. Não agüentando só olhar, pedi que ele saísse e meti um pouco também. Enfiava meu pau inteiro e tirava ele inteiro também enquanto ela gemia e pedia pra comê-la mais.
Rapidamente, puxei o outro menino que olhava tudo de um sofá, se masturbando com aquela cena deliciosa, e pedi, no seu ouvido, pra ele comê-la bem forte.
Ficamos os três nos revezando por uma meia hora, quarenta minutos naquele cuzinho enquanto ela, ainda vendada, se masturbava.
Ela já havia gozado várias vezes, gemido, gritado, xingado, urrado de prazer, até que cada um, não agüentando mais, começou a esporrar naquele cu delicioso.
Quando ela finalmente se levantou, pode sentir a porra dos três escorrendo por suas coxas. Havia tanta porra que descia até suas canelas. Seu cu estava bem aberto e ela extasiada de tanto gozar. Um dos garotos agachou-se atrás dela, abriu sua bundinha e, com a língua, deixou aquele cu limpinho, bebendo todo o nosso gozo, lambendo desde os seus pezinhos até a dobrinha da sua bunda, toda lambuzada de porra.
Diante daquela cena, nós dois subimos na cama e ficamos com os paus na altura dos peitinhos dela.
Ele me masturbou e eu o masturbei até gozarmos naqueles seios lindos.
Minha mulher ficou satisfeitíssima. Adorou a experiência e a partir daí, de vez em quando repetimos esta festinha.
Acredito que qualquer um pode fazer também tudo isso. É só ter coragem e se soltar.


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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Conto Erotico Freirinha sem selinho

Caxias - Ma, 21 de Novembro de 2011




Oi me chamo Rafaela estou vivendo um dilema muito grande não sei o que fazer. Tenho 20 anos tenho 1.70 morena olhos negros seios médios bunda empinada cocha grossa pois bem vamos ao que interessa quando tinha xx anos entre para o colégio de freira gostava dela de tudo que eu estava aprendendo então quis me dedicar a ser torna freira os anos se passava eu estava mas envolvida já estava preste a me torna freira quando fomos mandada para da assistência para um hospital numa cidade muito pobre. eu trabalhava no setor de criança , em borá não teria filhos por causa de minha vocação gostava muito de criança mas no passar dos anos o numero de doentes foram aumentando então não deu para permanecer com setor fixo cada dia estava no setor diferente foi quando começou o meu dilema .todo dia de manha tínhamos que dar banhos nos pacientes quando fui ver qual era meu pacienta era um homem que estava muito doente tudo que fazia com ele tinha que ser na cama então vieram outra enfermeira para me ajudar fui busca toalhas a enfermeira fico de tira seu roupam quando eu voltei vim que ela estava parada como que estivesse assustada quando olhei falei nossa a menina que estava me ajudando falo nunca vim nada como este ele tinha um pinto muito grande era grosso tinha uma cabeça bem rosada parecia um cogumelo fiquei bem impressionada e começamos o banho .naquele dia não pensava em outra coisa então fui rezar para tira este pensamento que estava me corroendo fiquei ansiosa para que amanhecesse para poder ver aquele pinto . Quando chegava na hora de limpar o pinto dele eu ficava horas com ele na minha mãos mesmo mole ele me deixava com a boca cheia de água a quilo estava me consumindo eu tinha uma vontade louca de coloca aquilo na minha boca , minha cousinha ficava molhadinha não sabia por que isso estava acontecendo Foi quando um medico que estava de férias volto a trabalhas era bem bonitão tinha fama de muito safado e dava em cima de todas as enfermeiras , foi ele me ver que grudo em mim tudo era Rafaela quando eu estava dando banho no meu paciente estava super concentrada lavando aquela coisa descomunal e imaginando ver ele duro foi quando o medico chego no meu ouvido e falo baixinho para uma freira vc segura muito bem tomei um susto fechei acara falei que já tinha terminado e fui em borá para outro paciente . Depois deste dia ele começou com as invertidas cada vês mas ousadas eu já estava ficando balançada já não me aborrecia ele muito experiente já estava percebendo eu lutava contra o desejo. a vontade de ser possuída por aquela homem era maior do a devoção ,já estava ficando fora da minha razão em uma das invertidas dele quase me entreguei eu estava ma sala dos enfermeiro quando ele entrou eu estava sozinha veio em minha direção falava coisa que sabia que dentro deste corpo tem uma chama doida para ser liberado que ele iria me ajuda a libera e pego minha Mao e passo por cima da sua cousa sentir uma coisa dura fiquei paralisada meu corpo queimava minha respiração estava ofegante de repente sai correndo. Naquele dia chorei muito passei a noite rezando passei um dia sem ir para o hospital estava com medo de não agüentar e me entrega rezei muito e voltei confiante sempre a tenta para não ficar sozinha mas os mau pensamento não me abandonava ficava martelando na minha cabeça ate estava ma sala das enfermeiras descansando e peguei no sono acordei com aquele homem me olhando perguntei o que vc esta fazendo aqui ele falo queria saber por que vc esta fugindo de mim esta com medo de não resistir e cair nos meus braços falei que não então ele chego perto de mim e falo para mim não resistir e deixar ele desperta toda sensualidade que estava escondida dento de mim eu como estatua fiquei ele começou a beijar meu pescoço e coloco minha Mao sobre sua causa meu corpo tremia eu delirava e mandava ele para com aquele tom de continua meus seios estava arrepiados duros um liquido escoria pela minhas pernas o que temia estava acontecendo ele beijava minha boca ,e com as mãos abria minha blusa chupava meu peito como se estivesse mamando eu gemia haaaa era muito bom ,ele colocou seu pinto que também era grande na minha Mao estava como uma rocha eu apertava ele me deito ma cama levantou minha saia afasto minha causinha passou a Mao e falo nossa esta freirinha esta pronta para tomar vara eu com a vos embargada falei não faz isso por favor foi quando senti ele passando aquela cabeça na minha vagina eu gemia feita uma louca mandada ele continuar não para........ foi quando comecei sentir uma ardência muito forte e comecei ame debater para ele para de enfiar ele mando que me acalmasse que já tinha enfiado a cabeça que logo iria gosta eu falei que estava doendo muito enquanto ele falava ele ia me penetrando ele falo pronto já esta duto dentro de vc agora vc e uma freira a arrombada e de vagarinho ele começou com o vai vem nossa como aquele vai e vem era bom o desejo to mo conta de mim eu pegava na cintura dele que logo aumento a velocidade do vai e vem eu já estava descontrolada não me importava com nada eu gemia alto ele falava isso freirinha safada toma vara cachorra sabia que você era safada toma ferro eu mandava ele não parar hooooooooo que delicia isso e muito bom foi quando ele numa velocidade alucinante me aperto e falo estou gozando eu senti um jato muito forte dentro de mim ele caiu por cima de mim muito cansado fico ali uns minuto e foi embora sem fala nada eu fique ali toda arreganhada saindo um liquido branco misturado com sangue da minha vagina e logo veio e remorso não sei o que fazer estou com medo de engravida .hoje estou na casa da minha mãe em outra cidade que decisão eu tomo viro uma puta deixo a luxúria me leva ou a devoção ? Desculpa pelo desabafo tinha que conta para alguém


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domingo, 20 de novembro de 2011

COMÍ MINHA SOGRA !!!!!! Tirando o atraso com a Minha sogra

Caxias - Ma, 20 de Novembro de 2011



Um dia desses cheguei na casa da minha sogra e como a porta estava aberta e já era de costume, fui logo entrando. Como não havia ninguém dentro de casa, me dirigi até a porta dos fundos, onde fica a área de serviço. Lá estava ela lavando roupas, ficamos ali um tempinho conversando e eu reparei no varal, entre outras peças, estavam penduradas algumas calcinhas, que só poderiam ser dela já que é a única mulher da casa.
Não me contive e fiz um comentário cheio de segundas intenções: “Até as suas calcinhas são menores que as da sua filha.”
Ela então me respondeu: ” E só porque sou mais velha tenho que usar calçolas? eu também sou mulher, e essas aí não são as menores que tenho. também tenho meus momentos de sensualidade.”
Ela deu a volta na conversa e puxou outro assunto. mas, já tinha provocado a minha curiosidade com o comentário feito anteriormente.
Após mais alguns minutos de conversa, eu dei um jeito de voltar no assunto das calcinhas, tomei coragem e falei pra ela o quão curioso havia ficado. nesse momento meu coração disparou, pois, eu não sabia qual seria a reação de minha sogra.
E para minha surpresa, ela disse: “Se você duvida, vai lá na segunda gaveta do meu armário e olha o tamanho das calcinhas que tem lá, aposto que vai se surpreender.” Ainda bem que não apostei, realmente fiquei surpreso com o que vi, surpreso e extremamente excitado. Revirei a gaveta toda, a procura das menores, estendi algumas sobre a cama e fiquei imaginando a minha sogra usando cada uma delas. De tão excitado que eu estava, quando percebi já estava cheirando algumas, principalmente um branca, que por estar enroladinha, imaginei que ela teria usado em uma ocasião especial e grardado sem lavar.
Tão grande foi a minha distração com as peças íntimas, que nem percebi minha sogra entrando pela casa; Derrepente, fui surpeendido pela minha sogra na porta do quarto dizendo: ” O que é isso?” e eu com todas as calcinhas dela estendidas em cima da cama. explicar como, fiquei sem jeito e sem palavras. Tal era a minha situação que o meu amigo amoleceu na hora.
No entanto fiquei mais calmo com o ritmo que a conversa tomou. ao invés de me dar uma bronca, ela fez algumas perguntas sobre a minha vida sexual com a filha dela e tal. Acredito que por curiosidade mesmo.
Não gosto de falar nesse assunto mas contei pra ela que a minha esposa não tem o mesmo apetite sexual que eu. então. ela me surpreendeu novamente falando que sabe muito bem como é isso, e que ela também passa por esse problema. e que inclusive, ela usa aquelas calcinhas pra tentar reverter a situação. mas, meu sogro não tem muito interesse. daí que ela veio a contar que antes, ela também usava calcinhas grandes, mas depois que comprou algumas menores pra provocar meu sogro, foi percebendo que gostava mais das menores e o tamanho foi diminuindo cada vez mais. “Até chegar naquela branquinha que você estava cheirando.” ela disse.
Como eu já havia percebido que ela estava abrindo o jogo, perguntei, “então você usa sempre calcinhas pequenas? qual é o tamanho da que está usando agora?” e ela me respondeu: “agora estou sem, acabei de tirar a que eu estava usando e coloquei pra lavar.”
Neste momento, eu já estava novamente com o “mebro ativo”. então fiz outro daqueles comentários ousados. “Só ventilando a peluda então.”
Mas ela imediatamente me respondeu: “Ui que horror, peluda é o caramba, odeio pêlos; os únicos presentes no meu corpo são os cabelos e as sombrancelhas.”
E eu disse: ” fala sério” e ela respondeu: “tô falando, você duvida?”.
Como eu já estava muito louco, falei: Deixa eu ver então”. mas, falei só por falar.
Só que quase caí de costas quando ela levantou o vestido e eu vi aquela buceta branquinha. Não estava tão lisinha assim pois segundo ela, já havia alguns dias que tinha feito depilação.
Eu fiquei extasiado com a cena e imediatamente fiz outro comentário ousado, “Assim dá até gosto de dar uma boa chupada!”
Mas, ela disse que o marido dela nunca chupa, ela nem sabe se é porque ele tem nojo ou outra coisa, disse também que até já usou chantili pra tentar induzi-lo a chupar mas ele não se interessou.
Como ” a merda já estava feita mesmo”, eu me ofereci pra dar uma chupada, (em tom de brincadeira, é claro). Porém, ela nem deixou eu terminar a frase e já foi dizendo que ia tomar um banho e voltava logo. Passou a mão naquela calcinha branca, (a menorzinha, a mesma que eu estava cheirando quando ela entrou) e foi para o banheiro, no entanto, só empurrou a porta (com pouca força), de modo que ficou uma fresta de uns 5 cm. Óbvio que eu fui espiar ela tomando banho. Não dava pra ver muita coisa pois o box é fosco, (desses de vidro jateado) mas olhando a forma como ela se ensaboava e se acariciava, deu pra perceber que ela também estava excitada com tudo aquilo.
Espiei por alguns minutos e em seguida fui pro outro banheiro e bati uma punheta pra aliviar as tensões. Sentei no sofá da sala e fiquei esperando que ela saísse do banheiro. Pois, eu não poderia sair e deixar a casa vazia e aberta. Só que quando ela saiu do banheiro, me chamou e eu fui ver o que ela queria. Quando cheguei no quarto, ela estava enrrolada em uma toalha rosa e vestindo a calcinha branca. “agora eu quero, ninguém mandou se oferecer” disse ela. E foi derrubando a toalha; deitou-se na cama e mandou que eu fizesse logo pois o tempo era curto. Eu ainda estava sem jeito mas, fui, deitei do lado dela e comecei a acariciar e depois chupar os seios dela. Tentei beijá-la mas ela não deixou. E foi logo dizendo “Eu quero sexo, amor eu faço com o meu marido. “
 Então, eu não precisava mais imaginar qual seria o desfecho dessa história pois ela já havia declarado.
Sabendo disso, continuei com as carícias e fui tornando tudo mais divertido. Num ato fora do comum, perguntei: “que tipo de sexo é o seu preferido?” mas, ela não respondeu, com aquele silêncio, pensei, “vou tentar ser o mais “agressivo” possível, se ela reclamar eu diminuo o ritmo”. Mal sabia eu que na verdade teria que aumentar a pressão…
Continuei chupando os seios e acariciando o corpo todo, até que cheguei na buceta. Passei a mão por cima da calcinha e  já percebi que estava molhadinha, não resisti e fui descendo, lambendo ela inteira. Quando cheguei finalmente na área de lazer, ela sussurrou, “pode rasgar a calcinha”.
Não entendi muito bem mas, obedeci. Rasguei a calcinha dela com os dentes e comecei a lamber e mordiscar os grandes lábios. Que buceta linda, nem parecia que tem 25 anos de casada e 3 filhos. Conforme eu lambia, ela se torcia. Quando ela pediu pela quarta vez, eu meti a língua lá dentro, ela deu mais uma daquelas retorcidas e deixou escapar um gemido. Desci da cama e arrastei ela até a beira. Me ajoelhei e continuei chupando, ela cansou de ficar com as pernas penduradas e levantou as duas, segurando com as mãos. Nesse momento eu aproveitei e passei a língua naquele cuzinho quase lisinho. Ela novamente gemeu baixinho. Depois de mais algumas chupadas e lambidas, eu abaixei a cueca e me preparei pra meter o pau naquela buceta já lambuzada. Mas nesse momento ela levantou a cabeça e falou. “espere aí, você não acha que eu vou ver um pau depilado, coisa que eu nunca vi antes, e vou perder a chance de dar uma boa chupada. Levantou-se, me jogou na cama, foi até o armário e pegou um vibrador. Voltou, deitou do meu lado, começou a passar o vibrador na buceta e chupar o meu pau. Chupou durante mais ou menos 15 minutos. Lambia, chupava e alisava. Quando ela metia inteiro na boca eu ia ao delírio. Ela, percebendo que eu já estava quase explodindo, e que não negaria nada, começou a lamber também o meu saco enquanto batia uma punhetinha pra mim. Não vou negar que achei estranho quando ela passou a língua no meu cú. Mas, eu estava muito excitado e deixei que chupasse.
Nessa hora ela já tinha enfiado o vibrador na buceta e não estava mais mexendo nele. Só se preocupava em me chupar e bater uma punheta muito gostosa. Derrepente ela deu uma baita cuspida no meu pau, e aproveitando que a saliva foi escorrendo, enfiou o dedo no meu cú. Mandei que parasse imediatamente, ela tirou o dedo e disse “relaxa e deixa que eu faço o resto” meio contra a vontade, tentei obedecer. Então, ela continuou punhetando e chupando. Quando percebeu que eu já estava. Mais relaxado, voltou a meter o dedo no meu cú. Dessa vez, mesmo um tanto desconfortável eu não esbocei reação, e pra minha surpresa, em pouco tempo eu estava sentindo prazer com tal estimulação. Pedi que ela se virasse e ela obedeceu, virou-se e posicionou a buceta na minha cara, ficando de quatro  com a minha cabeça entre as pernas. Então eu mordi a base do vibrador e comecei a puxar e empurrar naquela bucetinha ensopada de tesão. Percebi que ela também estava com o cuzinho piscando de tesão, então, tirei o vibrador da buceta, meti a língua em seu lugar e usei o mesmo pra arregaçar aquele cuzinho. Fui metendo devagarzinho e ela deu mais um daqueles gemidos. Mas, dessa vez ela gemeu alto e deu uma piscada mais forte. Percebi também que a buceta ficou ainda mais molhada, então ela pegou o vibrador com a própria mão e começou a meter mais rápido e gemer mais alto. Quando tirou o vibrador do rabo, ficou um buraco lindo. Enquanto eu me distraí com o buraquinho dela, a safada meteu o vibrador no meu cú e meteu o meu pau inteirinho na boca, até na garganta, chegou a fazer ânsia de vômito. Cinco ou seis metidas na garganta dela com aquele vibrador na minha bunda e eu gozei. Enchi a boca dela de porra e ela tratou de engolir tudinho. Deixou o meu pau limpinho. Como já é sabido, depois que o homem goza, perde o tesão. Então mandei que parasse com o vibrador. Levantei e fui o banheiro, quando voltei ela estava deitada na cama com os olhos fechados, cheguei perto bem devagar e bati com o cacete na cara dela, coloquei ela de quatro, peguei o vibrador, meti na buceta dela e coloquei a regulagem no máximo. Ela voltou a se retorcer e gemer. Daí comecei a alisar com a cabeça do meu pau na porta do cuzinho dela. Quando comecei a meter, ela já não conseguia mais conter os gemidos. Então não agüentou o meu pau entrando e saindo do cuzinho e o vibrador trabalhando na potência máxima dentro da bucetinha e gozou.
Quando percebi que o prazer dela estava no ápice. Bombei mais e mais forte até que gozei denovo, enchendo aquele cuzinho de porra. Então tomamos banho juntos, eu peguei a calcinha rasgada pra guardar de recordação e fui pra minha casa. Agora , quando estou sozinho em casa, cheiro a calcinha rasgada e bato uma punheta pensando na sogra. E cada vez que vamos na casa dela, eu sempre dou um jeitinho de ir no banheiro pra ver se tem alguma calcinha dela pendurada lá.
Fonte: http://contosveridicos.com.br






sábado, 19 de novembro de 2011

Minha namorada virgem me deu o cuzinho

Caxias - Ma,19 de Novembro de 2011



Eu e Paula crescemos no mesmo prédio. Desde criança brincávamos juntos e erámos muito amigos. Tínhamos a mesma idade. Começamos a nos interessar mais um pelo outro de uma maneira digamos sexual. Era a época das descobertas. O fato é que começamos a namorar. Namoro naquela idade em que tudo é novidade. Tudo é descoberta.

Nessa época Paula tinha cerca de 1.60m, magrinha, peitinhos despontando, durinhos e apontando para o céu. Uma bundinha durinha e gostosa. Estava sempre de top e saia. Era uma morena de cabelos cacheados. Linda, linda. Com ela dei o meu primeiro beijo. Mas como pode-se imaginar, as coisas não pararam no primeiro beijo. O tesão era constante, quando nos beijávamos, eu ficava de pau duro e sem graça. No início tentava me afastar um pouco do corpo dela para ela não perceber que eu estava de pau duro. Depois percebi que ela tinha tinha curiosidade sobre aquilo. Com o tempo, como todo namoro fomos nos tornando mais íntimos e as brincadeiras sexuais mais corriqueiras.Após um tempo, ela já deixava eu pegar nos peitos dela, beijá-los. Ela já pagava boquete. Mas o que não mudava era o fato de que ela tinha medo de transar, de deixar de ser virgem. Principalmente por causa dos pais dela que eram muitos religiosos e diziam que garota que não era virgem não prestava etc etc etc.

Um dia à noite na garagem do prédio, onde costumávamos dar os nosso amassos, eu estava excitando-a passando os dedos na sua xaninha, louco de deseja, quando disse que não aguentava mais aquela situação, que eu queria comê-la, que eu precisava meter nela. Ela como sempre disse que não podíamos fazer isso, que ela já tinha dito que tinha muito medo de perder a virgindade. Foi quando eu grudei o meu corpo ainda mais no dela, por trás, sem deixar de masturbá-la e beijando o pescoço dela, falei baixinho no seu ouvido que queria comer a bundinha dela. Ela na mesma hora parou e ficou nervosa. Disse que aquilo ela não podia fazer. Eu perguntei porque não, já que ela continuaria sendo virgem. Ela não sabia muito bem o que responder. Foi quando eu falei que não dava mais para continuar daquele jeito. Que eu sempre tinha respeitado a vontade dela de ser virgem, mas que sabia que ela também queria transar. E aquela era a melhor forma de combinar as duas coisas.

Naquela dia não aconteceu mais nada, por falta de clima.No dia seguinte, quando voltei da escola, ela apareceu lá em casa dizendo que queria conversar comigo. Eu costumava ficar sozinho a tarde em casa, pois meus pais trabalhavam. Ela entrou e fomos para o meu quarto. Chegando lá começamos a nos beijar e ela me disse que concordava com o que eu queria. Mas que estava com muito medo. Falei que ela não precisa ter medo. Eu ia ser bem cuidadoso e que desse jeito também não precisamos nos preocupar de que ela engravidasse.

Fomos para o quarto e começamos a nos beijar e tirar a roupa. Eu tava muito excitado e nervoso. Ia finalmente comer uma garota. Falei que tinha visto na internet que a melhor forma de fazer anal era de 4. Coloquei ela de 4 e sem muito jeito comecei a tentar enfiar o meu cacete. Nessa época ele nem era muito grande e grosso. Mas Paulinha estava muito nervosa e as preguinhas não relaxavam de jeito nenhum. Comecei a cuspir no cuzinho dela e fazer força para penetrá-la, mas não havia jeito. Nessa hora ela quis desistir. Eu pensei comigo: de jeito nenhum. Pedi para ela esperar e fui na cozinha.

Peguei um pouco de azeite e passei no cuzinho dela e no meu pau e pedi para ficar de 4 de novo. Com uma das mãos puxando a cintura dela e a outra mirando o caralho no cuzinho dela comecei a penetrá-la. Quando a cabeça do pau começou a entrar ela na mesma hora deu um berro de dor e pediu para parar. A minha excitação de estar metendo numa garota foi a mil. Eu pensei é agora ou nunca. Segurei com as duas mãos a cintura dela e puxei-a, metendo tudo. Ela deu outro berro de dor e tentou tirar o pau de dentro. Eu joguei o corpo em cima do dela e fiz ela ficar de bruços, por cima dela. Começando um vai e vem sem jeito. Ela gemia e pedia para parar, mas eu tava louco de tesão. Fiquei lá comendo a bunda dela um tempinho até que gozei. Ela chorou muito, mas eu falei que era assim mesmo, que a primeira vez era sempre mais difícil.Essa foi a primeira vez que comi o cuzinho dela, mas foi inesquecível

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