terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Comecei a mexer os dedos na bucetinha dela

Caxias - Ma, 28 de Fevereiro de 2012


























































































































































E o carnaval chegando me faz lembrar Monique, afinal esse caso se deu em fevereiro passado, num ensaio do Vai-Vai. Monique era uma vizinha de vila, linda, magrinha, de seios lindos – daqueles que apontam para os lados – cabelos castanhos claros, baixinha, assim como eu, que meço 1,67, ela com seus 1,65. Sempre nutri muito desejo por aquele corpinho, bumbum redondinho, apesar de pouco volumoso... Nada tinha acontecido, até então, pois nossa amizade era muito equilibrada. Até que ela quis conhecer o ensaio do Vai-Vai para ouvir o melhor samba-enredo de 2011. Monique era a famosa ‘falsa magra’! Me ligou: - Vinicius, vamos mesmo pro Bexiga, né? Passa às 20h, hein?! Sem atrasos, tenho até surpresa pra você! Estava fechado. Passei no horário, mas admito que sequer lembrei de tal surpresa. Curtimos o ensaio, bebemos, ela adorou, eu também, e na hora de deixá-la em casa,a cobrança: - Obrigada pela noite, Vi! Só me diz uma coisa: está dando uma de louco ou não quer mesmo saber da surpresa? - Estava falando sério? - Claro, feche os olhos e me dê sua mão! Obedeci, receoso, mas curioso. Imaginei alguma lembrança, coisa e tal... Jamais imaginei que a surpresa estaria por baixo daquele vestidinho preto que ela usava. Nem curto, nem longo. Mas ao se sentar, ele subia até o meio das coxas de Monique. Ela pegou minha mão e a conduziu por baixo dele. Abrindo levemente as pernas, me fez tocar sua bucetinha e disse: - Essa é a surpresa! Sem calcinha e raspadinha só pra você! Gelei na hora, mas meu tesão explodiu . Automaticamente comecei a mexer os dedos na bucetinha dela, que já estava molhadinha. No pé do ouvido ela me pediu: - Também quero uma surpresa! E já atacou meu jeans ao mesmo tempo em que iniciamos um beijo incrível! Os suspiros da nossa respiração estavam na mesma velocidade das línguas entrelaçando o beijo. Ela batia uma punheta bem lenta e eu, ao contrário, massageava com velocidade o clitóris. Inevitavelmente o suspiro dela virou gemido. Gemido que denunciou o primeiro orgasmo de Monique... E a punheta, em seguida, virou chupeta. E que chupeta! Apesar do posicionamento ruim – cada um num banco do carro – ela encontrou uma maneira incrível de debruçar sobre meu colo e chupar. A língua movimentando perfeitamente pelos lados do meu pau, as vezes nas bolas, outras só na cabecinha. Monique era demais! Segurando o pau pela base e enfiando-o totalmente na boca. Boca quente! Repito, Monique era demais! E percebendo que sua perfeita gulosa me faria gozar rapidamente, não perdeu tempo. Cessou o trabalho com a boca, passou as pernas por cima de mim, apontou e encaixou! Quase que de primeira. Uma única escorregada e penetrei. Duro! Firme! Intenso! Ela me encostou firme no banco, pressionando seus seios com a minha boca e cavalgou com maestria. Eu apenas gemia, segurava apertando seu bumbum e chupava seus seios. Mais nada... Ela mesmo tratava de dar ritmo com os movimentos. Aquele buceta quente, depilada e molhada, surrava meu pau com tesão alucinante. Monique ordenava: - Me come gostoso, seu cachorro! Fode e faz valer essa surpresa que te dei! Fode e goza bem quente dentro da minha buceta... Vai! Agora! Junto comigo, vai, goza, goooza... Hummmmmm!! Obedeci novamente a ordem da minha gostosa! Gozei de forma maravilhosa! - Ouuuunnnnnnn! Que delícia, Mô! Como você é gostosa! Ela adorou o elogio. Sorriu. Agachou e chupou meu pau, num carinho merecido após uma gozada daquelas. Lambeu até a última gota do gozo que ela me proporcionou. Nos recompomos e Monique partiu. Um tchau do portão e o recado: - Volte com cuidado e até a próxima surpresa! Piscou com uma carinha de safada, mordiscando o lábio e entrou. Ufa! Que lembrança gostosa da minha ‘falsa magra’!

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ele encaixou o pau na minha bucetinha e enfiou todinho

Caxias - Ma, 27 de Fevereiro de 2012

Ola,o que eu vou conta e totalmente veridoco,meu nome eh Nadynne,tenho 14 anos,1,66 55kg,olhos castanhos,seios fartos (pra minha idade)...
Ano passado conheci um menino mto lindo que aqui vou chamar de felipe,ele tinha16 anos,nos ficamos uma vez,e logo começamos a ficar constantemente.. algum tempo depois minha familia inventou de viajar para o interior,e eu(como não gosto de ``familia unida``)preferi ficar,dias depois minha familia viajou,e eu fiquei sózinha,assim que eles sairam,liguei para o felipe e perguntei se ele não queria vir dormir aqui em casa,e ele disse que sim,e que estava a caminho
Corri para tomar banho,me arrumar para espera-lo,uns 15 minutos depois ele chegou,eu estava com uma roupa até comportada,mas notei que enquanto subiamos as escadas ele não parava de olhar para minha bunda...
Entramos na sala e começamos a nos beijar,mais logo paramos...fomos jantar e em seguida fomos ver um filme,abraçadinhis na cama...que delícia...senti que por baixo dos edredons ele acariciava minha barriga e minhas pernas...meu corpo pegava fogo,quando de repente senti sua mão precionar minha bucetinha gozei gostozo,e até soltei um gemido meio sem querer e axo que ele percebeu que estava indo para o caminho certo,mais eu virei para o lado e disse to cansada,eh hora de dormir...
Ele me perguntou se podia tomar um banho antes de dormir,e eu disse que sim....ele foi tomar banho,assim que ele estava terminando vi que era hora de me preparar para dormir....eu estava tirando minha roupa para colocar meu pijama,quendo notei que entra a fresta da porta,ele me observava,axo que de tanto tesão ele nem percebeu,eu fingi que não tinha visto e continuei a me vestir,ele esperou eu terminar de me vestir e entrou,então apagamos as luzes e fomos `dormir`,dormimos de conchinha,alguns minutos depois senti seu pau duro roçando meu cuzinho,só de imaginar aquilo fiquei louca de tesão,mais continuei a fingir que estava dormindo,ele acariciava minha bucetinha que agora pegava fogo,e estava toda encharcadinha,então ele se levanotu e foi ao banheiro,espiei pela fresta ele estava batendo punheta,voltei correndo para cama deitei de brussos com meu pijama(que deixa quase tudo a mostra)abri de leve minhas pernas,e fiquei fingindo que dormia...
Senti que ele tirou o pau pra fora e encaixou no meu reguinho e roçava,eu ja estava louca de tesão e soltei um gemido.então ele me virou de frente e disse :eu não aguento mais!
Começou então a tirar a roupa e eu ``acordei assustada``,+ não tive tempo nem de falar,ele me beijou e começou a tirar minha roupa ,não quis mais nem saber me entregei toda.....ele dizia -to louco pra te comer faz tempooo.
de repente ele acendeu a luz,se levantou e pegou da mesa uma camisinha,eh ele tinha trazido uma...colocou no seu pau e se debrussou sobre min e eu disse:vai com calma,
ele me deu um beijo encaixou seu pau na minha bucetinha e enfiou,solte um grito de dor e prazer ao mesmo tempo,então ele começou a bombar seu pau na minha xaninha que agora se esvaia em sangue,bombava sem parar ,e eu gemia de tesão,e ele dizia:-vai faz gostozo,meu amor,minha putinha,...vai dexa eu te feder...e eu dizia me fode meu macho me fode,me arromba inteirinha...
ate que ele gozou,deitou se do meu lado ainda com o pau ainda duro disse que queria me foder de tudo quanto eh jeito,me virou de costas,tirou a camisinha e começou a roçar seu pau na entradinha do meu cu quando eu ia dizer,ele enfio com tudo,gritei de dor e pedi para ele parar,mais ele bombava e bobava ateh que eu naum aguentava mais ele parou..nos deitamos beijamos ...foi tudo muito bom fizemos um 69 delicioso...depois ainda paguei uma boquete irresistivel..
espero que tenham gostado,pois eu amei bjooos



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FREIRA COM O PAU DURO NA BUCETA

Caxias - Ma, 07 de Fevereiro de 2012






































































Eu trabalhava como gerente numa loja de calçados quando certo dia de pouco movimento fui chamado por uma das funcionarias para dar auxilio a uma cliente que queria comprar vários pares de sapatilha femininas do mesmo modelo. Quando cheguei até a compradora observei que era uma mulher aparentando uns 40 nos, sem nenhuma vaidade ou maquiagem e com uma roupa que lhe cobria toda; só deixando a mostra o rosto e as mãos. Eu acho que era uma freira – não sei pois nunca tinha visto uma na minha frente – a minha funcionária a chamava de Irmã Bernadete.
Nos dois tratamos a Irmã com muita presteza porque ela iria comprar mais de trinta pares de calçados pare ser entregue numa escola próximo dali. Quando tínhamos terminados de fechar negócio e eu estava anotando o endereço da entrega quando Bernadete pediu:
– Eu gostaria de comprar uma discreta sandália com salto para mim, porém gostaria de ser atendida com privacidade. Sabe? Para poder provar os modelos.
– Com toda razão Irmã, a senhora pode aguardar nos fundos da loja que eu vou chamar novamente a vendedora.
– Não, quero ser atendida pelo senhor. Pois aparenta ser uma pessoa muito reservada.
A mulher religiosa então se sentou numas das cadeiras na área de trás, onde só tinha no mostruário coisas para pessoas com mais idade. Fui buscar algumas caixas de sandálias de couro com modestos saltos, conforme seu gosto e coloquei ao seu lado. Vocês sabem que todo vendedor de sapatos fica de joelhos para exibir os modelitos para seus compradores e foi isto que eu fiz, porém notei que a mulher ficou um pouco nervosa quando fiquei bem próxima dela.
– A senhora não quer mesmo que eu chame uma mulher para atendê-la?
– Não é necessário, eu só não estou acostumada a estar tão próxima de um homem. – eu mostrei então uma das peças que tirei da caixa quando ela continuou – Esta é bem bonita! Calce ela em meu pé.
Eu então ergui um pouco sua pesada saia para retira debaixo daquele hábito seus pés que estavam dentro de uma sandália com tiras de couro cru. Levantei o pano só o suficiente para deixar a mostra seus tornozelos. Observei então que seu rosto estava todo vermelho e ela segurava as mãos num ato de nervosismo. Segurei levemente seu calcanhar para retirar o calçado quando ouvi a Irmã dar um suspiro regozijante de prazer. Que mulher louca, só porque eu tocava em seus pés já estava excitada! Aquilo era algo tão natural para mim, como tomar café ou dormir, mas para aquela freira era um estímulo muito sensual e certamente a deixava intumescida; então resolvi entrar na brincadeira.
– Com todo respeito irmã, mas a senhora tem um pé muito bonito com os dedos bem pequenos e redondinhos. – eu falava isto alisando a planta do seu pé e observando ela fechar os olhos num delírio inflamado, quando prossegui – A senhora gosta de massagem não é?
Ela então tentou assumir o controle de seus instintos e olhou para a sandália nova que agora vestia.
– não consigo ver direito. – ela disse.
– Vou pegar o espelho...
– Não é necessário, deixa colocar o meu pé em suas coxas. – e assim o fez, apoiando a sola do calçado em minha perna e prosseguindo – não gostei desta, coloque aquela outra, por favor.
Retirei então a sandália, porém ela manteve o solado agora desnudo encostado próximo de meu joelho. Era absurdo o que eu via, ela estava alisando minha coxa e começou a gemer bem baixinho. Aquilo também de causou excitação e agora não conseguia disfarçar uma ereção por baixo da calça, então segurei com as duas mãos seu tornozelo após ter colocado outra sandália.
– E esta aqui, Irmã Bernadete, ficou melhor?
– Ainda não. Acho que prefiro estar descalça!
Eu removi o objeto de seu pé e novamente ela estacionou seu solado macio e descalço sobre minha perna, agora mais perto de minha virilha. Eu voltei a segurar sua grossa canela fazendo-lhe suaves carinhos. A fogosa freira tinha um pouco de penugens bem ralinha que auxiliavam naquelas caricias sensoriais, era um absurdo mas eu ouvia aquela mulher gemer enquanto prendia seus lábios.
– A senhora gosta disto, não é?
– Não fale nada! – ordenou Irmã Bernadete e continuou – apenas me sirva deste jeito. Isto bem assim!
Não demorou muito, quando eu senti a mulher tendo um orgasmo cheio de espasmos. Agora ela rolava os olhos para fora da orbita e gemia um pouco mais alto com a boca entreaberta. Bernadete se esparramou na cadeira para se recompor quando, num ato impensado, eu posicionei a planta de seu pé sobre meu pênis que estava duríssimo. Bernadete então acordou dando um salto de susto e saiu correndo descalça daquela loja.
Fiquei pensando naquele enlaço entre mim e a freira o dia todo. Que mulher louca! Deveria ser os grandes anos de castidade que lhe fizeram tão sensível, ao ponto de gozar só com carícias na região do tornozelo. Se ela chegava ao auge do prazer apenas com massagens nos dedos, imagine o que sentiria se eu tocasse com minha espada de carne em sua vagina consagrada?
Na manhã seguinte do outro dia, assim que abri a loja uma das atendentes me chamou porque uma cliente aguardava-me ao telefone. Era a Irmã Bernadete:
– Obrigado pelas carícias que você me proporcionou ontem, eu gostaria de retribuir. Podemos nos ver hoje à tarde?
– Claro que sim. Te busco aonde?
– Há algumas condições, você terá que concordar plenamente com todas senão não irei embora!
– Quais?
– Primeiro deverá haver discrição absoluta sobre nosso encontro em seguida tem que me obedecer em tudo, sem questionar minhas palavras.
– Só isto? Então esta bem.
– Você sabe rezar?
– Como assim!?
– Rezar, fazer uma prece, orar... Sabe?
Achai aquela ultima pergunta estranha porém respondi que sim, talvez fosse uma roubada meu encontro. Ela marcou num motel as margens da rodovia ao meio dia, será que a freira iria estar lá? Na hora do almoço peguei meu carro e segui em direção ao endereço curioso para saber o que iria rolar. Já na portaria do motel soube pela recepcionista que minha amante me aguardava a um bom tempo, então entrei. Quando passei pela porta da suíte, vi Irmã Bernadete sentada sobre a cama redonda; a religiosa mulher estava com uma roupa diferente da que conheci, ela vestia uma saia larga escura com uma blusa branca florida de botões e manga até os punhos, como uma vestimenta de beata. Seus cabelos eram loiros e grandes com os lábios suavemente maculados com um batom rosa. Bernadete tremia de nervosismo e eu estava muito ansioso para tirar aquelas vestes de devota. Tranquei a porta e aproximei-me dela porem foi contido:
– Pare aí mesmo! E não fale mais nada...
– Como assim? Nós não estamos aqui para transar?
– Não! Você me prometeu obediência, então fique aí parado senão vou embora. – cumpri sua ordem sem saber quais eram suas intenções, ficando imóvel no meio do quarto, então Bernadete tirou de sua bolsa uma grassa faixa de pano e prosseguiu dizendo – agora reze enquanto eu vendo teus olhos.
Passei então a recitar um contraditório Pai Nosso. A freira, logo assim que iniciei a reza, levantou-se e caminhou para trás de mim me vendando.
– As orações são para sua boca não proferir palavras impróprias e purificar nossas ações, já a venda é para você não cobiçar meu corpo durante minhas caricias. – ao terminar de encobrir meus olhos ela voltou a sentar-se no lugar de antes continuando – Agora tira sua roupa, mas nunca pare de rezar.
Eu tirava calmamente meus trajes numa infinita ladainha de preces que saiam de meus lábios. Era algo insanamente bizarro porém muito excitante ao mesmo tempo. Eu nem imaginava o que estava se passando na mente daquela safada porém recatada mulher e agora não conseguia ver nada! Quando eu tirei a ultima peça de me vestia ela gritou:
– Nossa! Como é maravilhosa a obra do criador. – ela admirou ao me ver nu e com o pênis ereto e prosseguiu – Sabia que você é a imagem e semelhança dele?
– Sim, sabia...
– Cale a boca seu pecador! – Bernadete novamente ordenou para que eu não falasse nada apenas entoasse preces.
Da minha boca saiam dizeres religiosos e santos, mas minha cabeça estava cheia de putarias e vulgaridades, deveria ser por isto que ela quisesse que eu não falasse. Ela então me guiou para sentar numa poltrona; não me atrevi a tirar a vende do rosto para ver o que ela estava fazendo no entanto supunha que ela também estava se despindo. Senti então minha casta fêmea ajoelhar-se diante de mim, quando a toquei.
– Não, não! Você ainda não é digno para tocar em mim, deixe apenas eu conduzi-lo para os encantos de nossa missão biológica nesta terra. Continue orando por tua salvação e, quando estiver chegando ao auge do prazer apenas acene com as mãos.
A freira segurou a haste de meu pênis com uma das mãos e com a outra apertou meus testículos, ficou me massageando assim por alguns minutos enquanto ela gemia baixinho. Eu sentia seu bafo quente bem próximo da base do mastro, quando algo quente e úmido tocou de leve em minha glande. Minhas preces dentro daquele quarto estavam sendo atendidas, pois agora Bernadete estava me chupando como uma menina faminta pelas tetas de sua mãe. As caricias em meu testículo eram majestosas enquanto introduzia toda a extremidade do cacete na boca. Agora eu não conseguia mais falar as repetitivas preces porque estava tendo choques de prazer com aquele boquete de uma sedenta boca, foi quando eu me contorci de delírios já que estava quase gozando.
– Não se deve desperdiçar este leite que trás vida, – disse a ousada beata que prosseguiu – venha deite-se na cama.
Fui então levado para cama como um humilde escravo querendo uma recompensa de sua senhora, eu queria todo meu mastro de nervo dentro de sua buceta imaculada. Bernadete então subiu sobre meu corpo e num gesto penitente fez de uma vez a copula de nossos sexos. Eu, ainda vendado, sentia com meu pênis as paredes muito úmida de sua gruta, que queimavam e apertavam meu membro inteirinho. Ela estava cavalgando sobre mim com as duas mãos espalmadas no meu tórax. Quando tentei segurar seus seios para senti-los e retribuir seus afagos, nesta hora a criatura me deu um violento tapa na cara que quase arrancou meu maxilar.
– Não toque em mim seu pecador!!! Quer profanar meu corpo? Eu não sou as meretrizes que você namora.
Senti uma ardência enorme no rosto enquanto a masoquista me fudia com toda força. A safada realmente não era como as outras depravadas; ela era bem pior porque me torturava enquanto me usava e ainda obrigava-me a rezar, algo que nunca tinha feito tanto! Levei então a mão no rosto para ativar a circulação das bochechas e lágrimas saiam de meus olhos. A mulher, sem parar de meter, então disse:
– Tenha fé meu valente homem, a dor vai passa e o paraíso está próximo!
– Que Filha da Puta! – pensei, visto que só tinha que pronunciar orações.
A danada freira agora pulava sobre mim e balbuciava coisas inaudíveis entre seus gemidos, parecia bem uma cantiga religiosa. Eu não conseguia mais resistir aquele prazer horrendo e ao mesmo tempo sagrado, foi aí que explodi num gozo farto dentro de sua apertada fenda que lhe fez gritar:
– Glória a incumbência da Viiiida!
Minha gostosíssima freira desabou sobre mim com múltiplos espasmos de orgasmos onde balbuciava:
– Não toque em mim, não toque em mim, não toque em mim...
Ela permaneceu ali deitada até meu pênis murchar e parte do esperma escorrer de dentro dela e me molhar. Bernadete ordenou que não me mexesse até ela partir, ela levantou-se colocou suas roupas dizendo que tinha um presente na cabeceira da cama para mim.
Ao ouvir a porta bater, eu parei de rezar e retirei a venda dos olhos. Havia uma caixa ao meu lado com uma bíblia e uma carta. Eu segui em direção do banheiro para tomar um banho, quando no espelho observei que estava impressa na minha face um hematoma das marcar de seu tabefe. Na carta tinha dizeres carinhosos e uma série de instruções – entre algumas delas era que eu tinha que decorar os salmos do livro sagrado para poder então contemplar seu corpo nu; teria que fazer penitencia passando horas de fome para tocar em seu corpo; além de confessar este meu pecado para alguém.
No mês seguinte Irmã Bernadete me ligou perguntando se tinha decorado os textos. Respondi-lhe que sabia de cor os 150 salmos das escrituras e que tinha perdido 3 quilos de tanto jejuar. Olha, nunca rezei tanto na minha vida de pecador!