terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

comecei a mexer os dedos na bucetinha dela

Caxias - Ma, 28 de Fevereiro de 2012


























































































































































E o carnaval chegando me faz lembrar Monique, afinal esse caso se deu em fevereiro passado, num ensaio do Vai-Vai. Monique era uma vizinha de vila, linda, magrinha, de seios lindos – daqueles que apontam para os lados – cabelos castanhos claros, baixinha, assim como eu, que meço 1,67, ela com seus 1,65. Sempre nutri muito desejo por aquele corpinho, bumbum redondinho, apesar de pouco volumoso... Nada tinha acontecido, até então, pois nossa amizade era muito equilibrada. Até que ela quis conhecer o ensaio do Vai-Vai para ouvir o melhor samba-enredo de 2011. Monique era a famosa ‘falsa magra’! Me ligou: - Vinicius, vamos mesmo pro Bexiga, né? Passa às 20h, hein?! Sem atrasos, tenho até surpresa pra você! Estava fechado. Passei no horário, mas admito que sequer lembrei de tal surpresa. Curtimos o ensaio, bebemos, ela adorou, eu também, e na hora de deixá-la em casa,a cobrança: - Obrigada pela noite, Vi! Só me diz uma coisa: está dando uma de louco ou não quer mesmo saber da surpresa? - Estava falando sério? - Claro, feche os olhos e me dê sua mão! Obedeci, receoso, mas curioso. Imaginei alguma lembrança, coisa e tal... Jamais imaginei que a surpresa estaria por baixo daquele vestidinho preto que ela usava. Nem curto, nem longo. Mas ao se sentar, ele subia até o meio das coxas de Monique. Ela pegou minha mão e a conduziu por baixo dele. Abrindo levemente as pernas, me fez tocar sua bucetinha e disse: - Essa é a surpresa! Sem calcinha e raspadinha só pra você! Gelei na hora, mas meu tesão explodiu . Automaticamente comecei a mexer os dedos na bucetinha dela, que já estava molhadinha. No pé do ouvido ela me pediu: - Também quero uma surpresa! E já atacou meu jeans ao mesmo tempo em que iniciamos um beijo incrível! Os suspiros da nossa respiração estavam na mesma velocidade das línguas entrelaçando o beijo. Ela batia uma punheta bem lenta e eu, ao contrário, massageava com velocidade o clitóris. Inevitavelmente o suspiro dela virou gemido. Gemido que denunciou o primeiro orgasmo de Monique... E a punheta, em seguida, virou chupeta. E que chupeta! Apesar do posicionamento ruim – cada um num banco do carro – ela encontrou uma maneira incrível de debruçar sobre meu colo e chupar. A língua movimentando perfeitamente pelos lados do meu pau, as vezes nas bolas, outras só na cabecinha. Monique era demais! Segurando o pau pela base e enfiando-o totalmente na boca. Boca quente! Repito, Monique era demais! E percebendo que sua perfeita gulosa me faria gozar rapidamente, não perdeu tempo. Cessou o trabalho com a boca, passou as pernas por cima de mim, apontou e encaixou! Quase que de primeira. Uma única escorregada e penetrei. Duro! Firme! Intenso! Ela me encostou firme no banco, pressionando seus seios com a minha boca e cavalgou com maestria. Eu apenas gemia, segurava apertando seu bumbum e chupava seus seios. Mais nada... Ela mesmo tratava de dar ritmo com os movimentos. Aquele buceta quente, depilada e molhada, surrava meu pau com tesão alucinante. Monique ordenava: - Me come gostoso, seu cachorro! Fode e faz valer essa surpresa que te dei! Fode e goza bem quente dentro da minha buceta... Vai! Agora! Junto comigo, vai, goza, goooza... Hummmmmm!! Obedeci novamente a ordem da minha gostosa! Gozei de forma maravilhosa! - Ouuuunnnnnnn! Que delícia, Mô! Como você é gostosa! Ela adorou o elogio. Sorriu. Agachou e chupou meu pau, num carinho merecido após uma gozada daquelas. Lambeu até a última gota do gozo que ela me proporcionou. Nos recompomos e Monique partiu. Um tchau do portão e o recado: - Volte com cuidado e até a próxima surpresa! Piscou com uma carinha de safada, mordiscando o lábio e entrou. Ufa! Que lembrança gostosa da minha ‘falsa magra’!

 http://contoseroticos.org

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ele encaixou o pau na minha bucetinha e enfiou todinho

Caxias - Ma, 27 de Fevereiro de 2012

Ola,o que eu vou conta e totalmente veridoco,meu nome eh Nadynne,tenho 14 anos,1,66 55kg,olhos castanhos,seios fartos (pra minha idade)...
Ano passado conheci um menino mto lindo que aqui vou chamar de felipe,ele tinha16 anos,nos ficamos uma vez,e logo começamos a ficar constantemente.. algum tempo depois minha familia inventou de viajar para o interior,e eu(como não gosto de ``familia unida``)preferi ficar,dias depois minha familia viajou,e eu fiquei sózinha,assim que eles sairam,liguei para o felipe e perguntei se ele não queria vir dormir aqui em casa,e ele disse que sim,e que estava a caminho
Corri para tomar banho,me arrumar para espera-lo,uns 15 minutos depois ele chegou,eu estava com uma roupa até comportada,mas notei que enquanto subiamos as escadas ele não parava de olhar para minha bunda...
Entramos na sala e começamos a nos beijar,mais logo paramos...fomos jantar e em seguida fomos ver um filme,abraçadinhis na cama...que delícia...senti que por baixo dos edredons ele acariciava minha barriga e minhas pernas...meu corpo pegava fogo,quando de repente senti sua mão precionar minha bucetinha gozei gostozo,e até soltei um gemido meio sem querer e axo que ele percebeu que estava indo para o caminho certo,mais eu virei para o lado e disse to cansada,eh hora de dormir...
Ele me perguntou se podia tomar um banho antes de dormir,e eu disse que sim....ele foi tomar banho,assim que ele estava terminando vi que era hora de me preparar para dormir....eu estava tirando minha roupa para colocar meu pijama,quendo notei que entra a fresta da porta,ele me observava,axo que de tanto tesão ele nem percebeu,eu fingi que não tinha visto e continuei a me vestir,ele esperou eu terminar de me vestir e entrou,então apagamos as luzes e fomos `dormir`,dormimos de conchinha,alguns minutos depois senti seu pau duro roçando meu cuzinho,só de imaginar aquilo fiquei louca de tesão,mais continuei a fingir que estava dormindo,ele acariciava minha bucetinha que agora pegava fogo,e estava toda encharcadinha,então ele se levanotu e foi ao banheiro,espiei pela fresta ele estava batendo punheta,voltei correndo para cama deitei de brussos com meu pijama(que deixa quase tudo a mostra)abri de leve minhas pernas,e fiquei fingindo que dormia...
Senti que ele tirou o pau pra fora e encaixou no meu reguinho e roçava,eu ja estava louca de tesão e soltei um gemido.então ele me virou de frente e disse :eu não aguento mais!
Começou então a tirar a roupa e eu ``acordei assustada``,+ não tive tempo nem de falar,ele me beijou e começou a tirar minha roupa ,não quis mais nem saber me entregei toda.....ele dizia -to louco pra te comer faz tempooo.
de repente ele acendeu a luz,se levantou e pegou da mesa uma camisinha,eh ele tinha trazido uma...colocou no seu pau e se debrussou sobre min e eu disse:vai com calma,
ele me deu um beijo encaixou seu pau na minha bucetinha e enfiou,solte um grito de dor e prazer ao mesmo tempo,então ele começou a bombar seu pau na minha xaninha que agora se esvaia em sangue,bombava sem parar ,e eu gemia de tesão,e ele dizia:-vai faz gostozo,meu amor,minha putinha,...vai dexa eu te feder...e eu dizia me fode meu macho me fode,me arromba inteirinha...
ate que ele gozou,deitou se do meu lado ainda com o pau ainda duro disse que queria me foder de tudo quanto eh jeito,me virou de costas,tirou a camisinha e começou a roçar seu pau na entradinha do meu cu quando eu ia dizer,ele enfio com tudo,gritei de dor e pedi para ele parar,mais ele bombava e bobava ateh que eu naum aguentava mais ele parou..nos deitamos beijamos ...foi tudo muito bom fizemos um 69 delicioso...depois ainda paguei uma boquete irresistivel..
espero que tenham gostado,pois eu amei bjooos



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FREIRA COM O PAU DURO NA BUCETA

Caxias - Ma, 07 de Fevereiro de 2012


Eu trabalhava como gerente numa loja de calçados quando certo dia de pouco movimento fui chamado por uma das funcionarias para dar auxilio a uma cliente que queria comprar vários pares de sapatilha femininas do mesmo modelo. Quando cheguei até a compradora observei que era uma mulher aparentando uns 40 nos, sem nenhuma vaidade ou maquiagem e com uma roupa que lhe cobria toda; só deixando a mostra o rosto e as mãos. Eu acho que era uma freira – não sei pois nunca tinha visto uma na minha frente – a minha funcionária a chamava de Irmã Bernadete.
Nos dois tratamos a Irmã com muita presteza porque ela iria comprar mais de trinta pares de calçados pare ser entregue numa escola próximo dali. Quando tínhamos terminados de fechar negócio e eu estava anotando o endereço da entrega quando Bernadete pediu:
– Eu gostaria de comprar uma discreta sandália com salto para mim, porém gostaria de ser atendida com privacidade. Sabe? Para poder provar os modelos.
– Com toda razão Irmã, a senhora pode aguardar nos fundos da loja que eu vou chamar novamente a vendedora.
– Não, quero ser atendida pelo senhor. Pois aparenta ser uma pessoa muito reservada.
A mulher religiosa então se sentou numas das cadeiras na área de trás, onde só tinha no mostruário coisas para pessoas com mais idade. Fui buscar algumas caixas de sandálias de couro com modestos saltos, conforme seu gosto e coloquei ao seu lado. Vocês sabem que todo vendedor de sapatos fica de joelhos para exibir os modelitos para seus compradores e foi isto que eu fiz, porém notei que a mulher ficou um pouco nervosa quando fiquei bem próxima dela.
– A senhora não quer mesmo que eu chame uma mulher para atendê-la?
– Não é necessário, eu só não estou acostumada a estar tão próxima de um homem. – eu mostrei então uma das peças que tirei da caixa quando ela continuou – Esta é bem bonita! Calce ela em meu pé.
Eu então ergui um pouco sua pesada saia para retira debaixo daquele hábito seus pés que estavam dentro de uma sandália com tiras de couro cru. Levantei o pano só o suficiente para deixar a mostra seus tornozelos. Observei então que seu rosto estava todo vermelho e ela segurava as mãos num ato de nervosismo. Segurei levemente seu calcanhar para retirar o calçado quando ouvi a Irmã dar um suspiro regozijante de prazer. Que mulher louca, só porque eu tocava em seus pés já estava excitada! Aquilo era algo tão natural para mim, como tomar café ou dormir, mas para aquela freira era um estímulo muito sensual e certamente a deixava intumescida; então resolvi entrar na brincadeira.
– Com todo respeito irmã, mas a senhora tem um pé muito bonito com os dedos bem pequenos e redondinhos. – eu falava isto alisando a planta do seu pé e observando ela fechar os olhos num delírio inflamado, quando prossegui – A senhora gosta de massagem não é?
Ela então tentou assumir o controle de seus instintos e olhou para a sandália nova que agora vestia.
– não consigo ver direito. – ela disse.
– Vou pegar o espelho...
– Não é necessário, deixa colocar o meu pé em suas coxas. – e assim o fez, apoiando a sola do calçado em minha perna e prosseguindo – não gostei desta, coloque aquela outra, por favor.
Retirei então a sandália, porém ela manteve o solado agora desnudo encostado próximo de meu joelho. Era absurdo o que eu via, ela estava alisando minha coxa e começou a gemer bem baixinho. Aquilo também de causou excitação e agora não conseguia disfarçar uma ereção por baixo da calça, então segurei com as duas mãos seu tornozelo após ter colocado outra sandália.
– E esta aqui, Irmã Bernadete, ficou melhor?
– Ainda não. Acho que prefiro estar descalça!
Eu removi o objeto de seu pé e novamente ela estacionou seu solado macio e descalço sobre minha perna, agora mais perto de minha virilha. Eu voltei a segurar sua grossa canela fazendo-lhe suaves carinhos. A fogosa freira tinha um pouco de penugens bem ralinha que auxiliavam naquelas caricias sensoriais, era um absurdo mas eu ouvia aquela mulher gemer enquanto prendia seus lábios.
– A senhora gosta disto, não é?
– Não fale nada! – ordenou Irmã Bernadete e continuou – apenas me sirva deste jeito. Isto bem assim!
Não demorou muito, quando eu senti a mulher tendo um orgasmo cheio de espasmos. Agora ela rolava os olhos para fora da orbita e gemia um pouco mais alto com a boca entreaberta. Bernadete se esparramou na cadeira para se recompor quando, num ato impensado, eu posicionei a planta de seu pé sobre meu pênis que estava duríssimo. Bernadete então acordou dando um salto de susto e saiu correndo descalça daquela loja.
Fiquei pensando naquele enlaço entre mim e a freira o dia todo. Que mulher louca! Deveria ser os grandes anos de castidade que lhe fizeram tão sensível, ao ponto de gozar só com carícias na região do tornozelo. Se ela chegava ao auge do prazer apenas com massagens nos dedos, imagine o que sentiria se eu tocasse com minha espada de carne em sua vagina consagrada?
Na manhã seguinte do outro dia, assim que abri a loja uma das atendentes me chamou porque uma cliente aguardava-me ao telefone. Era a Irmã Bernadete:
– Obrigado pelas carícias que você me proporcionou ontem, eu gostaria de retribuir. Podemos nos ver hoje à tarde?
– Claro que sim. Te busco aonde?
– Há algumas condições, você terá que concordar plenamente com todas senão não irei embora!
– Quais?
– Primeiro deverá haver discrição absoluta sobre nosso encontro em seguida tem que me obedecer em tudo, sem questionar minhas palavras.
– Só isto? Então esta bem.
– Você sabe rezar?
– Como assim!?
– Rezar, fazer uma prece, orar... Sabe?
Achai aquela ultima pergunta estranha porém respondi que sim, talvez fosse uma roubada meu encontro. Ela marcou num motel as margens da rodovia ao meio dia, será que a freira iria estar lá? Na hora do almoço peguei meu carro e segui em direção ao endereço curioso para saber o que iria rolar. Já na portaria do motel soube pela recepcionista que minha amante me aguardava a um bom tempo, então entrei. Quando passei pela porta da suíte, vi Irmã Bernadete sentada sobre a cama redonda; a religiosa mulher estava com uma roupa diferente da que conheci, ela vestia uma saia larga escura com uma blusa branca florida de botões e manga até os punhos, como uma vestimenta de beata. Seus cabelos eram loiros e grandes com os lábios suavemente maculados com um batom rosa. Bernadete tremia de nervosismo e eu estava muito ansioso para tirar aquelas vestes de devota. Tranquei a porta e aproximei-me dela porem foi contido:
– Pare aí mesmo! E não fale mais nada...
– Como assim? Nós não estamos aqui para transar?
– Não! Você me prometeu obediência, então fique aí parado senão vou embora. – cumpri sua ordem sem saber quais eram suas intenções, ficando imóvel no meio do quarto, então Bernadete tirou de sua bolsa uma grassa faixa de pano e prosseguiu dizendo – agora reze enquanto eu vendo teus olhos.
Passei então a recitar um contraditório Pai Nosso. A freira, logo assim que iniciei a reza, levantou-se e caminhou para trás de mim me vendando.
– As orações são para sua boca não proferir palavras impróprias e purificar nossas ações, já a venda é para você não cobiçar meu corpo durante minhas caricias. – ao terminar de encobrir meus olhos ela voltou a sentar-se no lugar de antes continuando – Agora tira sua roupa, mas nunca pare de rezar.
Eu tirava calmamente meus trajes numa infinita ladainha de preces que saiam de meus lábios. Era algo insanamente bizarro porém muito excitante ao mesmo tempo. Eu nem imaginava o que estava se passando na mente daquela safada porém recatada mulher e agora não conseguia ver nada! Quando eu tirei a ultima peça de me vestia ela gritou:
– Nossa! Como é maravilhosa a obra do criador. – ela admirou ao me ver nu e com o pênis ereto e prosseguiu – Sabia que você é a imagem e semelhança dele?
– Sim, sabia...
– Cale a boca seu pecador! – Bernadete novamente ordenou para que eu não falasse nada apenas entoasse preces.
Da minha boca saiam dizeres religiosos e santos, mas minha cabeça estava cheia de putarias e vulgaridades, deveria ser por isto que ela quisesse que eu não falasse. Ela então me guiou para sentar numa poltrona; não me atrevi a tirar a vende do rosto para ver o que ela estava fazendo no entanto supunha que ela também estava se despindo. Senti então minha casta fêmea ajoelhar-se diante de mim, quando a toquei.
– Não, não! Você ainda não é digno para tocar em mim, deixe apenas eu conduzi-lo para os encantos de nossa missão biológica nesta terra. Continue orando por tua salvação e, quando estiver chegando ao auge do prazer apenas acene com as mãos.
A freira segurou a haste de meu pênis com uma das mãos e com a outra apertou meus testículos, ficou me massageando assim por alguns minutos enquanto ela gemia baixinho. Eu sentia seu bafo quente bem próximo da base do mastro, quando algo quente e úmido tocou de leve em minha glande. Minhas preces dentro daquele quarto estavam sendo atendidas, pois agora Bernadete estava me chupando como uma menina faminta pelas tetas de sua mãe. As caricias em meu testículo eram majestosas enquanto introduzia toda a extremidade do cacete na boca. Agora eu não conseguia mais falar as repetitivas preces porque estava tendo choques de prazer com aquele boquete de uma sedenta boca, foi quando eu me contorci de delírios já que estava quase gozando.
– Não se deve desperdiçar este leite que trás vida, – disse a ousada beata que prosseguiu – venha deite-se na cama.
Fui então levado para cama como um humilde escravo querendo uma recompensa de sua senhora, eu queria todo meu mastro de nervo dentro de sua buceta imaculada. Bernadete então subiu sobre meu corpo e num gesto penitente fez de uma vez a copula de nossos sexos. Eu, ainda vendado, sentia com meu pênis as paredes muito úmida de sua gruta, que queimavam e apertavam meu membro inteirinho. Ela estava cavalgando sobre mim com as duas mãos espalmadas no meu tórax. Quando tentei segurar seus seios para senti-los e retribuir seus afagos, nesta hora a criatura me deu um violento tapa na cara que quase arrancou meu maxilar.
– Não toque em mim seu pecador!!! Quer profanar meu corpo? Eu não sou as meretrizes que você namora.
Senti uma ardência enorme no rosto enquanto a masoquista me fudia com toda força. A safada realmente não era como as outras depravadas; ela era bem pior porque me torturava enquanto me usava e ainda obrigava-me a rezar, algo que nunca tinha feito tanto! Levei então a mão no rosto para ativar a circulação das bochechas e lágrimas saiam de meus olhos. A mulher, sem parar de meter, então disse:
– Tenha fé meu valente homem, a dor vai passa e o paraíso está próximo!
– Que Filha da Puta! – pensei, visto que só tinha que pronunciar orações.
A danada freira agora pulava sobre mim e balbuciava coisas inaudíveis entre seus gemidos, parecia bem uma cantiga religiosa. Eu não conseguia mais resistir aquele prazer horrendo e ao mesmo tempo sagrado, foi aí que explodi num gozo farto dentro de sua apertada fenda que lhe fez gritar:
– Glória a incumbência da Viiiida!
Minha gostosíssima freira desabou sobre mim com múltiplos espasmos de orgasmos onde balbuciava:
– Não toque em mim, não toque em mim, não toque em mim...
Ela permaneceu ali deitada até meu pênis murchar e parte do esperma escorrer de dentro dela e me molhar. Bernadete ordenou que não me mexesse até ela partir, ela levantou-se colocou suas roupas dizendo que tinha um presente na cabeceira da cama para mim.
Ao ouvir a porta bater, eu parei de rezar e retirei a venda dos olhos. Havia uma caixa ao meu lado com uma bíblia e uma carta. Eu segui em direção do banheiro para tomar um banho, quando no espelho observei que estava impressa na minha face um hematoma das marcar de seu tabefe. Na carta tinha dizeres carinhosos e uma série de instruções – entre algumas delas era que eu tinha que decorar os salmos do livro sagrado para poder então contemplar seu corpo nu; teria que fazer penitencia passando horas de fome para tocar em seu corpo; além de confessar este meu pecado para alguém.
No mês seguinte Irmã Bernadete me ligou perguntando se tinha decorado os textos. Respondi-lhe que sabia de cor os 150 salmos das escrituras e que tinha perdido 3 quilos de tanto jejuar. Olha, nunca rezei tanto na minha vida de pecador!


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O PAU ENFIADO NO CÚ E NA BUCETA

Caxias - Ma, 02 de Fevereiro de 2012


Oi, meu nome é Christine, sou uma loira mineira, moro em BH, hj faço faculdade de psicologia. Como disse, sou loira, cabelos lisos até o meio das costas, tenho olhos azuis, coxas grossas e torneadas, bumbum arrebitado e grande como o de uma mulata, meu cuzinho e pequenino e rosado, seios de médios para grandes com biquinhos rosados e salientes, tenho 1,85m e lábios carnudos e rosados, apesar de já ter transado muito, até hoje sou toda apertadinha. Meu corpo é bonito assim porque desde os 12 anos eu malho com personal treinner. Sou bem branquinha, pois sou filha de pai alemão e mãe brasileira, por isso tenho cor de alemão e sensualidade brasileira. Meu pai veio morar no Brasil porque é executivo de uma Multinacional, então abriu também uma empresa da qual minha mãe toma conta, é uma empresa muito conhecida, inclusive com filiais no Rio, Sampa e Porto Alegre. Bem, como vocês podem ver, meus pais são muito ocupados, não tendo muito tempo pra mim. Galera, essa aqui aconteceu aos 13 aninhos, eu vou tentando lembrar a ordem dos fatos, mas fica difícil. Após foder muito com o sr. Artur, seu neto e os amigos do neto dele, precisava de uma folga, ou ficaria falada por todo o bairro, e isso me atrapalharia rsrsrs. Como havia chegado um feriado prolongado, eu resolvi passar uns dias na fazenda do papai, chamei minhas amigas, mas nenhuma quis ir comigo, então resolvi ir sozinha, pois lá tem uns cavalos e eu adoro animais. Chegando a fazenda, que fica no norte de minas, peguei os empregados de surpresa, pois eles não esperavam uma visita, pois sempre que vamos, nós avisamos antes. Surpresa mesma, fiquei eu. Estranhei não haver ninguém na porta da fazenda, nós temos três empregados que tomam conta da fazenda, o José, o João e o Luiz. O José é um baixinho gordinho e branquelo, sempre ouvi dizerem que ele tinha uma rola enorme, o João é um moreno gordo, o Luiz é um negro alto. Como havia pego um táxi pra chegar ao local após desembarcar do ônibus numa cidade próxima, o táxi parou em frente a fazenda, me deixou e saiu. Eu passei pela porteira da fazenda e entrei. Passando pelo pasto, notei uma movimentação estranha ao longe, os três empregados estavam em volta de uma égua, um estava por trás dela sobre um barranco e os outros dois a seguravam. Me aproximei sem ser vista e vi o José a foder a égua. Nessa hora minha calcinha melou de vez, eu fiquei atrás da moita olhando aquilo, até que José acelerou os movimento e depois deu um urro “AAAHHH QUE GOSTOOOSSOOOOOOO!!!” e parou, os outros dois olharam para ele e apenas sorriram. Um deles disse “É ZÉ, TEMOS QUE TRAZER ALGUMA MULHER PRA CÁ, SE NÃO A GENTE NÃO AGUENTA DE TESÃO”. Então todos eles estavam se saciando com a pobre eguinha, que inveja me deu daquela égua. Quando o Zé tirou a rola de dentro da eguinha eu me espantei, ele era baixinho, mas tinha uma rola enorme, murcha ,porque ele havia gozado, ela ainda media uns 20 cm tranqüilamente, ela estava toda melada e aquilo me deixou mais louca ainda. Resolvi voltar para a porteira para eles não descobrirem que vi tudo, parei no meio de umas árvores e vesti uma roupinha mínima, uma calcinha fio dental que entra toda no meu rabão e cuja cordinha atrás chega a fazer pressão no meu cuzinho que piscava de tesão, sentia meu cuzinho rosadinho e apertadinho fazer biquinho de tesão, o paninho da frente mal cobre minha xaninha, que também começava a puxar o tecido pra dentro delineando a minha bucetinha raspadinha e gulosa, que estava meladinha de tesão, uma sainha que mostrava o início do meu rabinho empinado com poucos pelinhos louros, pelinhos fininhos e que brilhavam com a luz do Sol, minhas perninhas estavam todas de fora, um top que uso na praia que é apenas uma faixa sobre os seios. Eu então voltei a porteira e fiz um estardalhaço para eles pensarem que eu havia chegado naquele instante, quando me viram perguntaram primeiro com quem vim, quando disse que vim sozinha e eles notaram minha roupa, abriram a porteira, me olharam de cima a baixo, se olharam e sorriram pra mim. Foi então que comecei meu show, quando me abaixei pra pegar as malas, eles viram toda a minha bundinha, pois a calcinha não se nota, a cordinha de trás estava enfiada até o talo no meu cuzinho, me abaixando assim, ainda dei uma reboladinha pra eles. Quando olhei pra frente, vi que todos eles haviam armado a barraca e estavam de boca aberta. Nessa hora me arrepiei de tesão. Passei entre os três, até que um deles se ofereceu para levar as malas. Entreguei a ele, então, quando fui tirar uma bolsa que eu carregava pendurada no pescoço, propositalmente, esbarrei meu braço no top, que desceu, mostrando a eles meus peitinhos deliciosos, com os bicos rosadinhos e completamente intumescidos, pedi desculpas e ajeitei o top. Mais a frente, fingi deixar minha gominha cair e me abaixei bem perto deles pra pegar, dessa vez eles devem ter visto até meu útero. A estas alturas eu já estava encharcada de tesão, inclusive o meu melsinho começava a descer pelas minhas perninhas lindas, sentia minha bucetinha pulsar, ela parecia estar inchada. Eu tinha que trepar com aqueles três caralhudos logo. Minha xaninha e meu cuzinho piscavam querendo uma rola, uma não, várias. Chegando a sede da fazenda, a empregada me recebeu “OI CHRIS, COMO VOCÊ ESTÁ LINDA, JÁ VOU COMEÇAR A PREPARAR O ALMOÇO”. “TUDO BEM JUDITE, ENQUANTO ISSO EU VOU A PISCINA”, A Judite não é bem uma empregada nossa, ela apenas vai a fazenda preparar o almoço e depois vai embora, ela é uma senhora de uns 57 anos, de quem eu gosto muito. Coloquei um biquíni fio dental que eu tenho, é um vermelhinho, a parte de cima só tapa o bico dos meus peitinhos e a parte de baixo, fica toda no meu rego, enquanto a frente só tapa a perseguida. Como estava morrendo de tesão, minha xaninha estava toda inchada e a parte da frente estava enfiadinha na minha bucetinha gostosa. Após fazer o almoço, Judite foi embora me deixando com aqueles três homens para quem eu queria dar. Uns 10 minutos após Judite sair, eu comecei a seduzi-los, primeiro eu me deitei de bundinha pra cima, bundinha nada, bundão mesmo, vocês não imaginam como minha bunda é deliciosa. Isso parece ter feito efeito, pois notei que eles pararam o que estavam fazendo pra me ver. Um tempo depois, fingindo não perceber que eles estavam me olhando, resolvi fazer top less, tirei a parte de cima e me deitei com os peitinhos pra cima. Como eles não tomavam atitude, eu tome: “LUIZ, VENHA AQUI POR FAVOR”, eu gritei, ele veio e quando chegou perto eu disse: “POR FAVOR, PASSE PROTETOR EM MIM”, ele começou a passar, e eu notei um volume entre suas pernas, então eu disse: “LUIZ, AGORA QUERO QUE VOCÊ PASSE UM CREME EM MIM”. Ele olhou em volta disse: “TUDO BEM, MAS CADÊ O CREME”, eu como a maior cara de putinha disse: “ESTÁ AQUI Ó”. Segurei seu pau sobre a calça e comecei a abrir o zíper. Ele se assustou, mas eu continuei até tirar aquele lindo cacete preto de uns 19 cm pra fora, eu olhei pra o Luiz, sorri, lambi os lábios e caí de boca naquela tora que era comprida e fina, eu perdi todos os sentidos naquela hora, só via aquele membro em minha frente, enfiava tudo na garganta chegando a engasgar, lambuzei o pau do Luiz, foi então que percebi, o José e o João estavam sentados num banco atrás de nós alisando os seus paus sobre a calça. Eu então olhei e disse: “VENHAM, QUERO BRINCAR COM VOCÊS TAMBÉM”. Eles olharam, sorriram e já vieram tirando os paus pra fora. Caí de boca no pau do João, ele era um pau de 16 cm, porém muito grosso, eu o engoli todo, lambi seus ovos, babei nos mesmos, mordia e lambia a cabeça do seu pau. Enquanto isso, punhetava o pau do Luiz. O José estava de pé atrás de mim, quando me virei, me assustei com o tamanho do seu cacete, aquilo sim que era rola, 27 x 9 cm, até me esqueci dos outros dois, escancarei a boca para chupar aquele colosso, eu babava em toda a sua extensão, chupava tudo com sofreguidão, estava delicioso “AAAHHHHH!! QUE PAU GOSTOSO JOSÉ, QUERO ELE TODO PRA MIM!”, sim era tudo o que eu queria. “AAAIIIII, CHRIS, EU JÁ DESCONFIAVA QUE VOCÊ ERA UMA PUTINHA, MAS É UMA PUTINHA MUITO GOSTOSA, QUE CU GOSTOSO, VOCÊ TEM O RABO MAIS LINDO QUE JÁ VI, EU VOU ACABAR COM VOCÊ SUA VAQUINHA, EU NÃO, NÓS”. “ENTÃO VENHAM MEUS COLOSSOS, FODAM A FILHINHA DO PATRÃO”. “COMO É QUE PODE, UMA GAROTINHA DE 13 ANOS SER TÃO SAFADA, VOCÊ É LINDA CHRIS, E ESTÁ MAIS LINDA AINDA, AJOELHADA E COM TRÊS ROLAS PRA TE FODEREM, OLHEM QUE PUTINHA LINDA, EU, O JOSÉ E O LUIZ VAMOS ARRASAR ESSA SUA BUCETINHA”, “SÓ ELA NÃO, QUERO QUE FODAM MEU CUZINHO TAMBÉM”. Foi então que o Luiz pegou meu braço e me levantou, ele se deitou no chão, e me fez sentar sobre sua boca, a língua dele ia fundo na minha bucetinha me deixando mais melada ainda, sua boca estava lambuzada do meu mel, ele passeava com sua língua no meu cuzinho também, aliás, meu cuzinho queria engolir aquela língua. “ISSO SEU TARADO, CHUPE A BUCETINHA”, “AH PUTINHA, VOCÊ TEM IDADE PRA SER MINHA FILHA MAS FODE MAIS QUE UMA PUTA NÃO É! VOCÊ ME PAGA”, ele começou a chupar mais forte “AAAIIIII, FILHO DA PUUUTAAAAA, EU ESTTTOOUUU GOOOZZAAAANNNNDDOOOOOO!”, eu dei um grito e amoleci-me toda, gozei na boca daquele puto. Após gozar senti o José bater aquele bastão de carne em minha cara e dizer: “OLHA PUTINHA O QUE TE ESPERA”. Quando eu ia responder ele enfiou aquele mastro em minha garganta, minha boquinha quase que se rasga. Eu já estava ficando sem ar, passava a língua no que podia. O João me retirou da boca do Luiz e disse, agora chegou a vez de sua bucetinha experimentar rola. Me colocou de quatro no chão e meteu o ferro na minha buceta sem dó, como estava bem lubrificada, entrou fácil, mas doeu muito, “AAAAAAIIIIIII, VVAAAIII DE VVAAAGAAARRRR, TÁ ME MA CHU CAN DOOOOOO!!!!”, foi aí que ele aumentou o ritmo mesmo, parecia sentir prazer em me ver gemer daquele jeito, ele me fodia como se estivesse montando uma égua. O Luiz veio e meteu o pau na minha boca pra eu não gritar, “VAI PUTINHA, CHUPA MEU PAU PRA DISTRAIR VOCÊ”, nisso, eu peguei o pau do José com uma das mão e comecei a punhetar, minha mão não se fechava em torno daquela ferramenta. “SAI DAÍ JOÃO, AGORA É MINHA VEZ”, o Luiz então foi pra trás de mim e começou a me penetrar, eu pensei que seria mais fácil, pois, o pau do Luiz era mais fino que o do João, ledo engano, quando passou a cabeça, ele meteu o resto de uma vez, o seu pau alcançou meu útero, eu fiquei sem forças, não consegui nem gritar, apenas abaixei o tronca, assim, minha bunda se empinou mais ainda, expondo meu cuzinho, vendo aquilo, o José cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos de uma vez e ficou fazendo círculos, como doeu aquilo, mas nessa mesma hora eu gosei “OOOOHHHHH! GOOOSSSS TTOOOO SSSSOOOOSSSSS! EUUU GOOO SSEEE IIIIIII!”, eu estava trêmula. O José então disse, agora é minha vez, eu tremi de medo, mas deixei ele me penetrar, eu sabia que seria muito dolorido, mas também gosaria muito. Quando ele posicionou a cabeça na entrada, eu percebi de verdade as proporções daquela jeba, então me arreganhei mais, quando ele forçou, pensei em desistir, mas antes de dizer algo ele meteu tudo, bem lá no fundo, senti aquela rola me dilacerar por dentro, parecia me rasgar, queimava tudo, eu gosei assim, ele começou a me bombar, ia devagar e depois aumentou o ritmo me levando a loucura, “AAAHHHH, ISSO QUE É ROLAAAAA, FODE MINHA BU CE TINHAAAAAA!”, ele “OOOHHHH, QUE BUCETA GOSTOSAAAAA, VOU TE FODER VAQUINHAAAAA”, era assim que me sentia, uma vaca sendo fodida por um touro, ou uma égua sendo fodida por um garanhão, já tinha perdido as contas de quantas vezes gozei, só senti o pau do José inchar dentro de mim, depois começou a pulsar e eu senti todo o seu leite me inundar. O Luiz que se masturbava veio e gozou sobre minha bunda, o João, meteu o pau na minha boca até o fundo e gozou na minha garganta, eu me deliciei com aquele leitinho gostoso. Depois que o José tirou o pau da minha xaninha, eu enfiei a minha mão dentro da mesma, pois ficou um rombo enorme. Foi9 então que eu disse, “AGORA EU QUERO NO CU JOSÉ”, todos me olharam, eles não acreditaram que eu pedi aquilo. Eu continuei de quatro, eu reclamei que meus joelhos já ardiam também, eles então me levaram pra dentro da casa e me colocaram sobre uma mesa na posição frango assado. O Luiz veio dizendo: “VOU TE COMER PRIMEIRO PRA ALARGAR PARA O JOSÉ”. Eu disse: “DE FORMA NENHUMA, QUERO SENTIR LOGO AQUELA TORA DENTRO DE MIM, VEM MEU MACHO ARREGASSE O CU DE SUA EGUINHA”, ele ficou elétrico nessa hora, “SEGUREM ESSA VAQUINHA PRA ELA NÃO CORRER”, o dois vieram me segurar e o José cuspiu no seu pau, no meu cu e veio rasgando, eu comecei a me debater e espernear, eu gritava e chorava, mas não teve jeito, ele meteu tudo em mim, e foi fazendo um vai e vem frenético, eu mau me mexia, se me mexesse, doía muito, lágrimas escorriam por minha face de anjo, e ele lá “VAI PUTINHA, NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA, VAI MEXE GOSTOSO”, com o tempo eu me soltei e comecei a jogar minha bunda contra seu pau, “VAI SEU PORRAAAA, FODE MEU CCCUUUUUU”, ele enlouqueceu e acelerou seus movimentos, senti ele esguichar muita porra dentro de mim “AAAHHH, VA GA BUN DAAAAA!”, “ESSA É A PRIMEIRA VEZ QUE COMO O CU DE UMA MULHER, VOCÊ É DELICIOSA PUTINHA”, dizia ele já ofegante depois de ter gozado, quando ele saiu, o João veio e meteu o pau no meu cu também, ele reclamou “PORRA JOSÉ, VOCÊ ACABOU COM O CU DELA”, só que como eu disse, eu sou apertadinha, depois de algum tempo estocando ele disse “QUE LEGAL, O CU DELA JÁ ESTÁ SE FECHANDO DE NOVO”, eu tenho essa facilidade, minha bucetinha também já estava apertadinha. O João também gozou muito dentro do meu cu. Depois veio o Luiz e tomou seu lugar, bombou muito, bombou forte, até me tirava de sobre a mesa, eu já estava com as buchechas vermelhas de tanto foder, meu cuzinho e minha bucetinha também estavam ardendo e vermelhinhos, o Luiz urrou, “OOOHHHHHH”, e despejou o seu gozo dentro de mim. Nessa hora eu também gozei sentindo aquele líquido quente e gostoso no fundo do meu cu. Então ele me levaram até a ducha e me deram um banho, após me lavarem, me levaram ao quarto, o José se deitou na cama e mandou eu encaixar minha bucetinha na sua enorme rola, doeu um pouco pois eu estava toda ardida. “CUIDADO AMOR, ESTOU TODA ARDENDO, ESSA ROLA DE VOCÊS É MARAVILHOSA”, enquanto ia descendo, beijava o pau do Luiz e do João, então comecei a subir e descer bem devagar no pau do José, mas não me agüentando, aumentei o ritmo até gozar e melar mais ainda seu pau. Depois de gozar, encostei meu rosto no peito do José, minha bunda ficou exposta, o Luiz veio e creu, meteu tudo em mim, eu quase desmaiei nessa hora, “PÁRE FILHO DA PUTAAAAAA! AAAAAIIIIIIII!”, ele não parou, então eu comecei a gostar e pedir mais, gosei até enjoar, o Luiz saiu e deu lugar ao João que fez o mesmo, porém era mais agressivo e me fodia forte, eu apenas soluçava de prazer. Sentia um pau entrar e outro sair. Fomos fazendo um rodízio do meu cu e bucetinha, após fazermos isso, eu me deitei e abri a boca, os três ficaram batendo uma punhetinha até gozarem na minha cara, cabelos, peitinhos, do jeito que gosto, “ISSO SEUS TARADOS, ME DÊEM UM BANHO DE PORRA, ME LAMBUZEM TODA”, depois disso, eu limpei seus caralhos com a boca, lambi meus peitinhos sujos de porra e fui tomar banho. Quando tomava banho, entraram os três no Box e disseram “COMO NÃO TEMOS MULHER AQUI, TEMOS QUE APROVEITAR QUANDO APARECE UMA, ENTÃO, CHUPE-NOS ATÉ GOZARMOS”, eu delirei com esse pedido, “É PRA JÁ SEUS GOSTOSOS, AI QUE DELÍCIA”, chupei todos eles e um por um eles foram gozando em minha boca. Eram vinte horas quando fui me deitar. Acordei no outro dia com o café já pronto e os três me esperando. A Judite não iria naquele dia, foi o que disseram, então tirei minha roupa na mesa e mandei eles fazerem o mesmo, me sentei no pau do José fazendo ele entrar na minha bucetinha, peguei o pau do Luiz, chupei e punhetei bastante até que, quando ele ia gozar, apontei seu pau pra um cacho de uvas e fiz ele gozar nelas, então eu comi uvas com creme, estava uma delícia. Peguei o pau do João, punhetei, fiz ele gozar num pires e depois lambi tudo, era uma porra muito densa, eles não viam uma mulher a muito tempo mesmo, todos eles gozavam muito. O José, eu fiz gozar dentro da minha bucetinha, depois me levantei só pra ver a porra escorrer por minhas pernas, eu passava o dedinho e lambia tudo. Peguei um pão, o abri, passei na buceta que escorria porra do José e o comi, meu café da manhã era sempre recheado de porra nos 5 dias em que fiquei lá. Resolvi que á noite, apenas um deles dormiria comigo, eu sempre acordava com um pau no cu ou na buceta, ou com alguém querendo foder minha boquinha. Os três juntos só me comeram de novo no quinto e último dia em que fiquei por lá, inclusive esse foi o dia em que eles me levaram ao curral pra fazer um cavalo gozar pra eu beber, pois estava louca querendo tomar leite de cavalo. Fui até lá, punhetei e chupei o cavalo até ele encher um copo de porra e eu tomar tudo com colherzinha. Era forte, mas uma delícia. Não quis tentar zoofilia porque o pau do animal era animal mesmo. Depois que fui embora, fiquei sabendo do pedido de demissão dos funcionários da fazenda, motivo, eles estavam com medo de ter engravidado uma putinha, só que, eu tenho uma coleção de remédios. Beijos pra vocês gostosos, da sua putinha, Chris. Sonhem comigo, que sabe se torna realidade, agora já vou porque minha xaninha está querendo pica, será que acho alguém pra me foder bem gostoso?

 http://www.contoseroticos.com.br